domingo, 7 de dezembro de 2008

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - TEXTO 4 - MARX


KONDER, Leandro. “Marx e a Sociologia da Educação”. In: TURA (org.). Opus cit, pp. 11- 24.

Marx e a sociologia da educação
Leandro Konder


I

Uma das dificuldades que aparecem no nosso caminho quan­do nos dispomos a abordar as ideias do pensador alemão Karl Marx (1818-1883) está no fato de que poucas pessoas assumem que não conhecem nada sobre a filosofia dele e muita gente acha que co­nhece "alguma coisa" a respeito do famoso autor de O capital.
Marx se tornou uma celebridade, é difícil encontrar quem o desconheça totalmente. Transformado em guru do movimento co­munista mundial, em ícone dos partidos socialistas, sua imagem de olhar enérgico e barba hirsuta ficou associada à crítica radical do capitalismo e à mobilização revolucionária dos trabalhadores. Al­gumas das suas frases - ou de frases atribuídas a ele - têm sido repetidas ad nauseam: "Proletários de todos os países, uni-vos"; "Os filósofos têm se limitado a interpretar o mundo, trata-se, po­rém, de transformá-lo", "Transformar a classe em si em classe para si"; "Ser radical é pegar o problema pela raiz", etc.
No entanto, apesar dessa difusão fragmentária de determina­dos aspectos do seu pensamento, a vasta e complexa obra de Marx é muito mal conhecida. O que as pessoas pensam que sabem nem sempre é exato e muitas vezes não é decisivo. O alcance de uma idéia, suas implicações e conseqüências dependem da sua articula­ção com outras idéias. Posso estar familiarizado com uma afirma­ção e, no entanto, avaliá-la mal, porque ignoro sua conexão com pressupostos que lhe dão um sentido que me escapa.
Na acolhida que os escritos de Marx tiveram após sua morte, a dimensão filosófica do seu pensamento ficou, em geral, bastante prejudicada. A dialética foi posta de lado e os dirigentes, ativistas e militantes do movimento socialista fizeram dos textos do autor de A miséria cia filosofia uma leitura que combinava as suas teorias (sobretudo sua concepção do homem e sua concepção da história) com teorias evolucionistas, positivistas, economicistas e cientificistas.
Friedrich Engels, o maior amigo de Marx, ainda viveu cerca de 12- anos após a morte do autor do Dezoito Brumário. Tentou evitar algumas das conseqüências mais desastrosas do empobreci­mento teórico da dimensão dialética do pensamento de Marx, po­rém nem sempre conseguiu escapar incólume, ele mesmo, à pres­são deformadora das ideologias daquele tempo. Seguiu, por exem­plo, uma linha de pensamento que se empenhava em fundar a dialética humana sobre a dialética da natureza.
As condições históricas e culturais da passagem do século XIX ao século XX permitiram ao movimento operário e sindical na Europa alcançar algumas conquistas significativas, porém também trouxeram muitas frustrações.
Depois, ao longo do século XX, o quadro se tornou ainda mais frustrante. Difundiu-se a imagem de um Marx "cientista", sério, de um lado, e a imagem de um revolucionário disposto a tudo para realizar seu programa radical e saudar o advento do comunismo, de outro. Em ambas as imagens "cristalizadas", aparecia um Marx "reduzido", ao qual faltava algo importante, que não se sabia bem o que era.
Havia os que salientavam a força das concepções teórico-políticas de Marx, presentes no Manifesto comunista; os que sublinhavam a consistência da análise crítica da economia política e do modo de produção capitalista, desenvolvida n' O capital; e até os que chamavam a atenção para o vigor do historiador político e social de As lutas de classe na França de 1848 a 1850 e de O Dezoito Brumário de Luís Napoleão.
O que faltava era a percepção da importância decisiva da perspectiva filosófica de Marx.
Marx fez um doutorado em filosofia. Defendeu em 1841 uma tese sobre a diferença entre a filosofia da natureza de Demócrito e a de Epicuro. Ao longo de seus estudos em Berlim, devorou os escritos de Hegel, comparou-os à mitológica harpa de Éolo: "As harpas ordinárias soam quando são tocadas por qualquer mão. A harpa de Éolo só soa quando é golpeada por uma tempestade." A filosofia de Hegel lhe pareceu ser a única capacitada para reconhecer "a rosa da razão na cruz do presente".
Foi hegeliano até 1843. Impossibilitado de tornar-se professor universitário por causa da onda de repressão que varreu a Prússia em 1841, virou jornalista. E foi como redator-chefe do Jornal Renano que se deu conta de que mestre Hegel tinha uma concepção equivocada a respeito de um ponto crucial: o Estado.
Hegel via o Estado como o lugar onde a razão haveria de prevalecer em meio aos conflitos de interesses particulares, típicos da "sociedade civil". Marx convenceu-se de que o Estado era também parte dos conflitos e jamais funcionaria efetivamente como lugar da razão. A partir dessa divergência, Marx passou a elaborar sua própria concepção da história e sua própria concepção do homem.
Ocupou-se - intensamente - de questões filosóficas. Refletiu, criticamente, sobre o Estado, observando: "O Estado é abstraio, só o povo é concreto." Para sobreviver, o povo tem que consumir; e para consumir é preciso produzir. É em torno da produção que se organiza a sociedade.
Uma minoria privilegiada se apropria dos grandes meios de produção e usa o Estado para legitimar a ordem que lhe permite explorar o trabalho alheio. "Qual é o poder do Estado político sobre a propriedade privada?", se pergunta o jovem Marx. E responde: "é o próprio poder da propriedade privada".
Como intelectual de gabinete, que via a dinâmica da sociedade de um ângulo ainda contemplativo, Hegel não se deu conta de que "o homem não é um ser abstraio, situado fora do mundo". São os homens que criam o Estado, são eles que se acham na origem da propriedade privada, na raiz da invenção das instituições. Se quisermos compreender o Estado e a propriedade privada, temos de ser radicais, dizia Marx. E acrescentava: "Ser radical é pegar o problema pela raiz. E a raiz, para o homem, é o próprio homem." Ficava no ar a pergunta: o que é o homem ?







II

Em 1844, Marx, recém-casado, instalou-se em Paris, como diretor de uma revista. Enquanto tentava salvar a publicação do naufrágio (que acabou acontecendo), elaborou sua concepção do homem. Essa concepção foi desenvolvida em polêmica com os economistas clássicos ingleses e o filósofo alemão Hegel. Em ambos os movimentos, reconhecia-se a centralidade do trabalho na história dos povos, porém o trabalho, em si mesmo, ainda era pensado um tanto abstratamente.
Marx se aproximou dos trabalhadores, entrou em contato com as organizações clandestinas de operários rebeldes: convenceu-se de que o trabalho humano era uma atividade peculiar que se distinguia de todas as demais atividades realizadas por todas as espécies animais. O trabalho humano foi reconhecido como o núcleo de uma atividade teleológica, a primeira atividade pela qual o sujeito se contrapunha ao objeto.
Segundo Marx, o ser propriamente humano não preexistiu a essa atividade e não poderia ser conhecido antes de passar a existir como tal (e de se expressar nela). O homem é o sujeito ativo e criativo que existe se modificando, se superando, e só podemos nos aproximar dele através do que ele faz. O trabalho é a forma inicial - e persistente - da capacidade que os homens têm de agirem como homens.
A atividade que assume a forma pioneira do trabalho e depois se diversifica é o que Marx chama de práxis. Por meio do trabalho, inicialmente, e em seguida também pelas atividades criativas que desenvolve, o homem faz-se a si mesmo.
Marx, filósofo do trabalho, decidiu ser igualmente o filósofo dos trabalhadores. Sua disposição era a de contribuir para a mobilização dos trabalhadores numa luta incansável para promover a superação da sociedade burguesa e para acabar com o modo de produção capitalista.
A seu ver, cabia ao proletariado, em sua práxis revolucionária, atuar como o portador material de uma transformação social que lhe interessava diretamente, mas interessava também ao conjunto da sociedade. Para essa atuação, a classe operária precisava esclarecer-se a si mesma no plano teórico, paralelamente às ações que empreendia no plano prático. Precisava aprender que a práxis não é toda e qualquer atividade prática: é a atividade de quem faz escolhas conscientes e para isso necessita de teoria.
O conceito de práxis foi reconhecido por diversos teóricos marxistas importantes como o conceito fundamental da filosofia de Marx. É ele que está na base da concepção do homem que o pensador alemão desenvolveu nos Manuscritos parisienses de 1844 e nas Teses sobre Feuerbach.
Apoiado nele, Marx repele sistematicamente tanto a perspectiva idealista, que superestima o papel das idéias e da consciência nas ações históricas dos homens (subestimando a força do condicionamento material) como a perspectiva materialista, que minimiza (ou até ignora) a importância da intervenção dos sujeitos humanos na constante modificação da realidade objetiva (e deles mesmos).
A partir de um certo nível da experiência do conhecimento, ou o sujeito participa ativamente do movimento que lhe revela o real ou escorrega para uma posição contemplativa que lhe impossibilitará o aprofundamento no conhecer. Como adverte Marx: "Os filósofos têm se limitado a interpretar o mundo de diversas maneiras; trata-se, entretanto, de transformá-lo."
O indivíduo isolado, privado da experiência da ação coletiva, pode crer numa pretensa "neutralidade", numa suposta "isenção", quando observa os problemas humanos de um ângulo que se imagina imune às pressões das tendências conflitantes. O fato de instalar-se na posição de sujeito individual isolado, porém, empobrece e estreita seus horizontes, priva-o dos estímulos do intercâmbio proporcionado pelo agir conjuntamente e resulta numa impregnação de seus valores e de seus critérios por distorções ideológicas.
Numa sociedade marcada pela divisão social do trabalho, pela luta de classes, pela generalização da produção de mercadorias, pela hipercompetitividade, a ideologia, com suas distorções, se impõe à construção do conhecimento. A possibilidade de atenuar seus efeitos e fazê-la recuar depende da participação consciente do sujeito no movimento histórico que se realize em direção à superação prática da alienação.
A ideologia, como conseqüência da alienação, só pode ser superada em suas raízes por meio de uma transformação desalienadora, prática, capaz de mudar as condições sócio-econômicas, de modo a permitir que os produtores em geral possam se reapropriar de todas as suas produções.
Nas condições atuais, com o modo de produção capitalista, os trabalhadores não são donos daquilo que produzem. Antes mesmo de ser formado, de começar a existir, o objeto fabricado já pertence ao dono da máquina, ao proprietário da matéria-prima, quer dizer, ao patrão (e não ao operário). O criador, na indús­tria, sob o domínio do capital, não pode se reconhecer, de fato, na criação.
Obrigado a vender no mercado sua força de trabalho, o homem-trabalhador está, realmente, alienando sua criatividade; e isso afeta a sociedade inteira. Como, porém, essa criatividade essencial não pode ser completamente erradicada da humanidade, os seres humanos tendem a se insurgir - quando possível - contra os mecanismos da opressão e da exploração capitalista.
Da concepção do homem de Marx decorre, então, uma clara incompatibilidade entre seu ponto de vista e o ponto de vista dos sociólogos "clássicos" do século XIX.
Marx recusa tanto o subjetivismo dos teóricos que atribuem aos sujeitos humanos superpoderes como o objetivismo dos teóricos que reduzem os sujeitos humanos a meros "produtos do meio" ou das circunstâncias. Para ele, os homens, ao serem observados pelos cientistas, jamais poderão ser corretamente conhecidos se forem reduzidos a "fatos", a "dados" ou a "coisas".
O homem é o sujeito da práxis, existe se inventando a si mesmo, num movimento incessante, sempre condicionado -necessariamente - pela situação em que se encontra no ponto de partida; mas sempre capaz de tomar iniciativas e projetar sua ação, impondo - até certo ponto livremente - limites ao condicionamento necessário.
A rigor, não há resposta conclusiva para a indagação "o que é o homem?". Por sua atividade criativa, surpreendente, o homem nos escapa, porém ao mesmo tempo se revela: podemos conhecê-lo pelo que ele faz, por suas ações.
O plano em que o ser humano age, faz suas escolhas, expressa mais significativamente sua práxis, é o plano da história.
Impõe-se, aqui, portanto, a pergunta: para Marx, o que é a história?


III

Para poder desenvolver sua concepção da história, Marx assumiu uma incisiva posição de combate à sociedade burguesa. Ele queria entender: por que o trabalho, que foi a forma básica da atividade pela qual os homens se tornaram homens (o "caroço" da práxis), acabou se transformando nessa realidade opressiva, sufocante, que conhecemos hoje?
Procurando formular sua explicação para este fenômeno, Marx se dispôs a investigar como se deu a divisão social do trabalho num passado muito remoto, através da escravidão (cf. A ideologia alemã). Concentrou-se, em seguida, no exame da forma assumida pela divisão social do trabalho no capitalismo. E se convenceu de que, ao longo da história das sociedades divididas em classes, apesar do desenvolvimento das forças produtivas, apesar do progresso tecnológico, a exploração da força humana de trabalho tem se refinado, tem se sofisticado e tem até mesmo se tornado mais aguda.
Esse processo é sutil; para perceber seus efeitos em todo o alcance perverso deles é preciso enxergar a história de um ângulo resolutamente crítico. É preciso não se deixar impressionar demais com o discurso dos grandes personagens históricos e observar como funcionam as condições materiais de existência em cada sociedade.
O pensamento, em si, pode influir nas convicções das pessoas, porém, não tem o poder de desencadear e decidir os rumos das mudanças práticas, sócioeconômicas. Marx escreveu: "as idéias nunca podem executar coisa alguma; para a execução das idéias são necessários seres humanos que ponham em ação uma força prática" (A Sagrada Família).
Não há sociedade que não consuma, para sobreviver. E, para consumir, ela precisa, de algum modo, produzir. Nas sociedades divididas em classes, os que possuem os grandes meios de produção exploram os que produzem. A história, então, tem sido a história das lutas de classes, de um conflito explícito ou implícito entre os detentores do poder e da riqueza e os excluídos. Os de "cima" usam o aparelho do Estado e tiram proveito da ideologia dominante (conservadora) para controlar a sociedade e para atenuar e neutralizar as expressões mais agudas do inconformismo dos de "baixo".
Em A miséria da filosofia, Marx esclareceu alguns aspectos dos desdobramentos da sua concepção da história, advertindo que "as relações de produção de toda sociedade formam um todo". Esse todo é marcado pela contradição interna (a luta de classes) e por uma dinâmica autotransformadora incessante, que abrange todas as coisas.
Tudo muda, nada escapa ao movimento das transformações sociais, mas os detentores do poder agem sempre no sentido de promover as mudanças adaptativas que servem para preservar o essencial do sistema (do "todo") e no sentido de evitar mudanças sociais mais profundas, que possibilitariam uma transformação revolucionária da própria estrutura da sociedade.
A perspectiva de Marx era a de uma decidida solidariedade com os trabalhadores. A seu ver, a modificação na correlação de forças e a vitória dos de "baixo" dependiam do aumento da participação ativa e consciente do povo no movimento da história. E dessa modificação dependia a criação do comunismo, isto é, de "uma associação de homens livres, que trabalham com meios de produção coletivos e aplicam suas numerosas forças individuais de trabalho, com plena consciência do que estão fazendo, como uma grande força de trabalho social" (O capital, vol. I).
Marx dizia que não pretendia descrever como seria o comunismo porque não tinha a veleidade de "preparar receitas para os caldeirões do futuro". No entanto, para não deixar dúvidas quanto à insuficiência de uma concepção do comunismo que o reduzisse à mera reorganização do trabalho, o pensador alemão falou numa "passagem do reino da necessidade para o reino da liberdade"; e afirmou que essa passagem deveria se realizar fora do espaço comprometido com a disciplina do trabalho.
Escreveu: "O reino da liberdade só começa, de fato, onde cessa o trabalho, que é determinado pela necessidade e pela finalidade exteriormente fixada. Por sua própria natureza, portanto, o reino da liberdade fica além da esfera da produção material" (O capital, vol. III). Para alcançá-lo, os seres humanos não só vão ter de humanizar as condições de trabalho como vão ter de reduzir a jornada de trabalho.
Essa concepção da passagem do reino da necessidade ao reino da liberdade é uma característica importante do humanismo de Marx e influi, poderosamente, em sua filosofia da educação.

IV

Marx desprezava, ostensivamente, o discurso daqueles que propunham a educação corno atividade capaz de promover por si mesma a transformação necessária da sociedade.
Para ele, a atividade do educador era parte do sistema, e portanto não podia encaminhar a superação efetiva do modo de produção entendido como um todo. O educador não deveria nunca ser visto como o sujeito capaz de se sobrepor à sua sociedade e capaz de encaminhar a revolução e a criação de um novo sistema.
A atividade do educador tem seus limites, porém é atividade humana, é práxis. É intervenção subjetiva na dinâmica pela qual a sociedade existe se transformando. Contribui, portanto, em certa medida, para o fazer-se da história.
Aos que pretendem entender o processo histórico a partir das ações dos educadores, Marx lembra que o educador também é educado: antes de exercer sua influência formadora, ele próprio é formado pelo sistema no qual está inserido. É o que se lê na terceira das "Teses sobre Feuerbach": "A doutrina materialista da produção de efeitos transformadores pelas circunstâncias e pela educação esquece que os seres humanos transformam as circunstâncias e os próprios educadores precisam ser educados."
O homem não é um produto do meio, nem é o resultado das lições que lhe são ministradas em casa ou na escola. Para compreender o ser humano em sua atividade é imprescindível entender em que con­dições materiais ele está agindo, quais são as questões concretas a que ele está respondendo; mas não basta conhecer o condicionamento objetivo da sua ação, é preciso entender o sentido das suas iniciativas, o movimento subjetivo que ele realiza. Uma vez realizado esse movi­mento, ele pode ser compreendido em seu sentido histórico, um senti­do que nunca é inteiramente predeterminado.
Marx não escreveu especificamente sobre educação, não extraiu as conseqüências da sua concepção do homem e da sua concepção da história para os socialistas enfrentarem os problemas da área da educação. Algumas conclusões, entretanto, nos parecem claras a respeito dos desdobramentos das suas idéias nas batalhas travadas pelos educadores socialistas.

Uma primeira conclusão é de caráter negativo: as instituições de ensino não são o lugar a partir do qual pode se desencadear a transformação revolucionária da sociedade como um todo. A escola não deve ser encarada como o centro irradiador do processo da revolução.
Segue-se, contudo, imediatamente, outra conclusão: a educação, a formação de quadros, constitui um campo de batalha importante, onde se pode inculcar hábitos conservadores, cultivar tendências conservadoras, acomodatícias, resignadas ou meramente pragmáticas, mas onde se pode também fortalecer disposições críticas, estimular o inconformismo e a inquietação, incentivar o desenvolvimento da capacidade questionadora. Nas instituições educacionais pode prevalecer tanto a formação de súditos como a formação de cidadãos.
O educador, no diálogo com seus alunos, precisa lhes transmitir não só conhecimentos, mas também convicções. E, complementando seu assumido senso crítico, o educador socialista deve estar atento para o que lhe vem do lado dos seus interlocutores e que o auxilia em seu esforço de não perder seu senso autocrítico. A experiência nos ensina que, se não levássemos em conta o que nos dizem os outros, não teríamos suficiente capacidade autocrítica e jamais poderíamos adotar o lema de Marx: "de omnia dubitandun" (duvidar de tudo).
Marx indicou esse lema na resposta que deu à pergunta de uma das suas filhas, preenchendo um caderno-questionário, numa brincadeira que estava na moda. Sabemos, porém, que o lema cita­do correspondia ao ideal da sua convicção. Já na juventude, quan­do se preparava para ir para Paris, em 1843, ele escreveu a um amigo que a revista que os dois pretendiam fundar deveria ter como princípio programático a "critica implacável a tudo que existe".
No entanto, Marx tinha plena consciência dos limites de uma atitude de puro ceticismo. O cético não pode levar às últimas con­sequências seu ceticismo, porque até para não acreditar o sujeito precisa acreditar que não está acreditando.
O caminho, então, seria o de exercer a dúvida radical, sim, mas em conexão com a inserção da pessoa no movimento da história, através da práxis, da cidadania. Essa inserção não se faz sem convicções, sem valores. Quem não crê em nada, não tem por que empreender coisa alguma.
Na atividade do educador - essencial a todas as sociedades -a perspectiva de Marx nos leva a observar, por conseguinte, os dois pólos: o da afirmação de valores e o da reflexão crítica/autocrítica; o das convicções e o das dúvidas. A educação, no âmbito do esfor­ço daqueles que lutam por uma democratização mais efetiva da sociedade, deve passar continuamente de um pólo ao outro. Se es­tacionar no primeiro, coagula os valores, ossifica-os, engessa-os e atrela a práxis a dogmas. Se ficar girando exclusivamente em torno do segundo, esvazia a práxis, emperra-a, prende-a num círculo vi­cioso, transforma-a num jogo estéril.
Ainda podemos falar numa terceira conclusão no que concerne aos desdobramentos das idéias de Marx no âmbito da educação. Reconhecida a conexão dinâmica entre a ação confiante e a reflexão desconfiada, não podemos deixar de lembrar a advertência que o filósofo nos faz nas "Teses sobre Feuerbach" sobre os impasses a que chega a teoria quando lhe falta modéstia metodológica e ela pretende resolver questões que vão além da sua competência. Em suas palavras: "toda vida social é essencialmente prática". "A questão de saber se a verdade objetiva é acessível ao pensamento humano não é uma questão de teoria e sim uma questão prática." E depois: "A controvérsia sobre a realidade ou irrealidade do pensamento - isolado da práxis - é um problema escolástico."

V

Não há, nos escritos de Marx, algo que se possa designar como uma sociologia da educação. No entanto, o Marx filósofo, na sua concepção da história e na sua concepção do homem, faz observações que têm desdobramentos de grande importância na educação e não podem ser subestimados por nenhum educador disposto a refletir seriamente sobre sua atividade.
Embutida na sua concepção do homem e da história, como uma dimensão inerente à práxis, a educação em Marx é pensada filosoficamente como uma atividade essencial à dinâmica das sociedades. Só podemos entendê-la como espaço permeado de choques, de conflitos, marcado pela colisão de valores, interesses e convicções que correspondem às perspectivas distintas - e muitas vezes inconciliáveis - dos grandes grupos humanos (as classes so­ciais) que exercem maior influência na formação das pessoas.



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PARA PENSAR E DISCUTIR: DE QUE FORMA OS CONCEITOS MARXISTAS APRESENTADOS POR KONDER PODEM AUXILIAR O TRABALHO DO EDUCADOR?

106 comentários:

Paulinha RG disse...

Querer ensinar, ou melhor, educar seres humanos em sua complexidade numa sociedade diversificada pela globalização deve-se pensar no mundo baseado no consumo que tem suas raízes no trabalho produtivo. Preparar apenas um aluno para o trabalho com ideais de solidariedade e de liberdade em seu exercício pleno de cidadania parece ser apenas utópico sem ao menos aproximar em nossa realidade concreta. Contudo, o professor junto com a escola e parceria com a família (nem sempre é assim)podem auxiliar o aluno na construção de sua autonomia social pelas suas escolhas, valores e possibilidade de transformações em seu meio.Talvez me perguntem de que maneira fazer. Também não sei, mas começo com os debates, o diálogo no ouvir e compreender o outro para as questões do dia-a-dia de forma crítica, levando à necessidade de transformação pessoal e social.

Paula Rodrigues
Turma 9 - Sociologia da Educação

Ricardo M. Migon disse...

O ponto central é que a escola apresenta as mesmas características da sociedade pensada por Marx: ela é o locus do conflito. É claro que a escola abriga espécies muito particulares de conflito: o conflito de classes; o conflito de ideologias de classe; de pensamentos e ações antagônicas. Historicamente, segundo Marx, a ideologia dominante foi sempre a ideologia da classe dominante. Bourdieau, mais recentemente, mostrou que a escola, ao invés de ser uma instituição transformadora e revolucionária, é, antes de tudo, conservadora da ordem. Portanto, a escola, no capitalismo, tende a ser apropriada pela classe dominante e pela ideologia dela, servindo como instrumento de manutenção da exploração e da dominação. Contudo não nos esqueçamos que a escola é também um espaço de conflito de idéias e de práticas sociais, onde há brechas para que possam emergir pensamentos e ações críticas da ordem social. A tendência da escola é ser conservadora, mas a ação humana é capaz de desviar-se dos condicionamentos e coações sociais e criar assim uma nova ordem, ou pelo menos apontar novas possibilidades. O papel histórico dos educadores comprometidos com a transformação social é conscientizar as classes inferiores de sua condição material de existência, desaliená-las, esclarecê-las a respeito das crenças que nos são impostas pela elite dominante e estimular o pensamento crítico para que, a partir daí, os filhos da classe trabalhadora possam escolher novos caminhos e tomar atitudes efetivamente transformadoras.

Ricardo M. Migon
Turma 9

Paulo Roberto Waldemiro disse...

Dentro do que Konder abordou,usando esse texto de MARX,tendo a educação como centro ,acredito que o professor deve pautar o ato de ensinar,sempre voltado para um humanismo,onde sim,o ser humano deve ser o ator principal de qualquer mudança,onde escola,pais e mestres,busquem sempre o diálogo, pois a escola não pode ser de forma nenhuma modelo de que grupo for,não deve ter ideologia,religião ou partido,pois do contrário,fugiria a sua genese,deve ser sempre local de debate,até ideológico,mas sem jamais levantar uma bandeira,buscando sempre ser a principal ferramenta de saber de uma sociedade,ou seja de todos. Paulo Roberto Waldemiro.turma:12 curso:8° período de História turno:noite.

Paula Ribeiro Gomes disse...

Acho que os estudo de Marx,mesmo estando em um contexto diferente,pode nos ajudar a pensar a questão da alienação.Pois como professores,podemos esclarecer para os alunos algumas verdades que sabemos sobre o mundo capitalista desigual em que vivemos.A grande ilusão de quanto mais trabalho mais rico vou ficar.Nem sempre é assim que funciona,pois o que geralmente ganhamos é tão pouco em vista por quanto o produto será vendido.E pode ser útil também a partir do momento que esse sistema pode ser mudado,pois a sociedadeestá em mudança.Acho que Marx nos ajuda a alcançar certo grau de criticidade e avaliação da nossa situação.
Paula Ribeiro Gomes
Turma 04
Pedagogia

Marcele dos Prazeres/turme 4 disse...

Marx sem dúvida representa hoje uma as maiores críticas e contradições de nos mesmos.
Konder iluminado pela teoria marxista trás brilhantes reflexões que podem e devem ser utilizadas no âmbito educacional, sendo que os problemas apontados por Marx no séc XIX ainda permanece. As brechas do sistema capitalista permitem uma analise para os estudiosos, contudo apesar de sabermos a resposta e a solução permanecemos inertes perante as crises geradas.
A utilização dessa teoria na área da educação nos torna mais críticos e menos robotizados, nos faz refletir muitas vezes ao invés de seguir os estímulos estipulados pela sociedade de consumo, perceber nossos direitos perante a absurda mais valia.
É difícil assumir que vivemos em consequência de nossos próprios erros, onde segundo Marx, se resolvido e alcançado o socialismo nos livramos das crises de todas as espécies, e se não vivemos do capital e pelo capital, temos a grande possibilidade de harmonia em nós mesmos.
Na educação o uso da crítica ao capital oferece a possibilidade de crescimento intelectual, preferência política, onde o indivíduo deixa de ser massa de manobra e passa a administrar e saber o que esta implícito nas mídias e situações; permitindo a escolha e não mais a aceitação e subordinação ao capital.

Miriam disse...

Os conceitos de Marx, auxiliam de uma forma positiva no trabalho do educador. Sabemos e vivemos em um mundo que a alienação -dos dominados- é válida e necessária para a continuidade dessa "história" de exploração. Com os conceitos de Marx - estimular o senso crítico nas pessoas, alunos, de modo que não se perguntem sobre tudo o que está imposto, pois assim ficaria um círculo vicioso e não chegaria a lugar algum.
Educar as pessoas para serem cidadãs, ativas em sua sociedade, a qual há uma relação de dependência entre ambas -a sociedade é formada e transformada pelas pessoas e as pessoas obedecem às regras da sociedade-.
O educador pode ajudar na conscientização de que todos nós podemos e devemos participar ativamente e não somente obedecer as ideologias dominantes. Esse processo exige esforço,criticidade, e não tem uma fórmula certa e pronta, o começo é uma conscientização e desalienação através do diálogo e a valorização das críticas.

Miriam Cesário
Turma 4 Noite 2° período

Mauro Sérgio disse...

Acho que o marxismo tem um papel fundamental no que diz respeito à alienação. O professor pode fomentar no aluno o conhecimento do meio que o cerca. Pode deixar o aluno menos vulnerável à ação da super-estrutura.

É claro que, conforme discutimos em aula, o primeiro a vencer a alienação, conhecer o seu papel social e reconhecer-se como classe "para si" é o próprio professor.

Monique Ellen disse...

O ponto principal seria a escola juntamente com os pais e a sociedade, fazer dos seus discentes cidadãos capacitados de agir, pensar e construir. Usar o instrumento de debate como forma de crítica, com o pensamento de transformação tanto no mundo social como pessoal.
Nós, como professores, temos que pensar sobre a questão da alienação, mostrar para nossos alunos, assuntos atualizados, vivenciados por eles e no contexto social, que não seja fora da realidade.
As classes dominantes tremam a idéia de uma revolução comunista e Marx, nesse texto nos faz refletir sobre situações a serem melhoradas.


Monique Ellen dos S. Pereira
Sociologia da Educação
Turma 12 - Noite

Chico Arruda disse...

Em primeiro lugar uma forma de auxiliar o educador seria a percepção, por parte do educador, de sujeito ideológico,portanto, tudo que ele pretende transmitir estará ligado a conceitos e posturas de uma coletividade vigente, por outro lado também estara ligado a uma maioria subordinada, enfim o papel do educador será de transmitir ideologias com objetivos especificos de ordem pessoal ou coletiva que visam a alienação, porém pelos os conceitos marxistas não podemos esquecer que o professor, a escola... também são alienados por outros processos superiores, é um círculo vicioso de manutenção do controle social e principalemnte da estratificação do individuo. sendo assim acredito que o papel do professor nesse contexto é de consciencia daquilo que é enquanto sujeito produzido ideologicamente e daquilo que ele pretende "produzir" enquanto produtor ou transmissor de ideologias. Sou Chico Arruda turma 12 de Sociologia da Educação, mas frequento as aulas da turma 6 as quartas. (sou o aluno que vai viajar)

Luciana Santos de Almeida disse...

Luciana Santos de Almeida -Turma 04 - 2° período

Apesar de Marx não ter suas concepções voltadas diretamente para a área educacional, é notável ainda assim, que suas contribuições podem e devem ser atribuídas a este campo. Visto que, a educação segundo Marx, não é por si só, um elemento tranformador da sociedade e sim, uma parte desta transformação. Sendo assim, vejo o educador como parte importante deste processo no sentido de investir não na repetição de uma educação hierárquica pela qual ele passou, mas sim , como pesquisador e militante, cuja intenção seja quebrar valores e convicções que subestimem a maioria excluída e favoreça uma minoria dominante. Afinal, entre tantos, um dos papéis do educador está em exercer, ainda que indiretamente, influência na formação das pessoas.

Luana Salles disse...

Para Marx o espaço escolar acaba funcionando como mais uma forma de controle social imposta pela sociedade. Onde o educador poderá assumir a postura do agente executor (que apenas transfere o conhecimento convencional - conservador) ou do agente transformador (que traz para a praxis no espaço escolar o questionamento, a reflexão e a crítica). O educador quando ciente de uma ideologia dominante e da alienação trabalha outros valores como a crítica e a reflexão ao formar futuros cidadãos. Os conceitos de Marx sobre homem e sociedade mostram outras perspectivas para o modo como nos vemos, comportamos e agimos dentro da realidade.

Luana Salles
T4 - Soc. da Educação

Roberto Rodrigues disse...

Apriori a principal mudança tem que se iniciar e pelos profissionais de educação que são eles peças principal na formação intelectual da população.A maior lição deixada por Marx foi dar conta de que no capitalismo muitos perdem (proletariado)para que poucos venham ganhar (burguesia).Esta elite reprime o povo não deixando acesso para uma mudança social e ao invés disso induz o povo a ficar em estado permanente de alienação fazendo uso sofismas, com retóricas circulares não deixando que o povo descubra a sua verdadeira força de trabalho.Provavelmente Marx não estava totalmente certo quanto a futura síntese da humanidade afinal a derrocada da burguesia não aconteceu nem tão pouco a ascensão do proletariado,no entanto,foi de grande imaportância seus escritos filosoficos.È necessário sair da dorxa e mergulhar de cabeça na episteme como o parteiro de pensadores fez (Sócrates),a persiguição sempre existirá para quem ousar,mas é tempo de sairmos da hipocrisia vigente. turma 12 sociologia

ana lucia disse...

Mais de duzentos anos se passaram e a relação capital X homem não mudou.Em nossa realidade com nomes diferentes, mas com as mesmas fórmulas desumanas de enriquecimento. Ato a qual Max condenava em suas obras de conhecimento humano. As normas trabalhista não mudaram, ainda no seu velho tom de demanda e oferta oprimem e escravizam os excluídos de um mundo que envelhece aos toques de caixa do dinheiro sem fronteiras - a globalização.
As transformações e inovações dispararam numa velocidade imensa, que mesmo inseridos no contexto, perderam-se num mundo de idéais. Mas, já nos primódios se manifestaram contrários aos que Max descrevia como um possível mundo melhor - que somente existe para estudiosos e contempladores solitários do socialismo na sociedade contemporânea.
Ana Lucia Ferreira - turma 4

Nathália Chianello disse...

O texto de Marx, ajuda-nos a questionar o mundo capitalista e desigual em que vivemos. Sendo assim, como futuros professores devemos e podemos esclarecer aos nossos alunos a alienação que nos rodeia. Vivemos numa "ideologia" do quanto mais se trabalha mais rico fica, porém sabemos que isso nao acontece. Ou seja, a escola deveria ser o local da quebra desses valores,deixando o conservadorismo de lado e ampliando a criticidade da ação humana em relação a essa globalização. Muitas mudanças foram concretizadas ao longo da história, sendo elas políticas, econômicas e educacionais, acredito entao, que através do diálogo entres pais, professores, alunos, a escola deixe se der partidaria tornando-se um local de debate para alcançar o foco principal da questão: ensinar criticar e avaliar .
Nathália Chianello Turma:04
Pedagogia Turno : Noite

Carlos Eduardo disse...

Para aquele que realmente quer ser um educador, os conceitos de Marx apresentados por Konder, são fundamentais para o exercício do ensino e, por conseguinte a criação da consciência da cidadania. No cotidiano os alunos sofrem processo de alienação vindo de todos os lados, principalmente da mídia, portanto o hábito de “duvidar de tudo”, de possuir um senso crítico deve ser criado e incentivado tanto nas escolas como em casa. Hoje em dia, mas do que nunca, é necessário que o aluno se conscientize como pertencente a uma classe social e se reconheça como um cidadão, que lute pelos seus direitos e contra a exploração que lhe é imposta. Por isso, digo que os conceitos de Marx, não só podem ajudar como são essenciais para a prática da educação. Os conceitos como alienação, práxis, mais-valia, lutas de classes etc, quando ministradas de forma correta pelo educador e compreendidas pelo aluno, faz com que ele, o aluno, deixe de ter uma visão contemplativa do mundo e se torne um agente atuante e transformante da sociedade. Carlos Eduardo Silva dos Santos Turma 09 Sociologia da educação

Flávia Farias disse...

O conceito de alienação do trabalhador é importante para o professor pensar o seu trabalho sempre como uma construção ativa e permanente. Um plano de aula baseado somente em um programa pré estabelecido torna o professor alienado de seu trabalho, pois não compreende a contribuição que seu trabalho pode fazer à educação, sendo somente um repetidor de conteúdos supostamente universais e consagrados.
O paradoxal conceito de duvidar de tudo é importantíssimo para o desenvolvimento de uma visão crítica em sala, o professor poderia fazer sua apresentação de conteúdos estabelecidos no programa e depois promover um debate sobre do que se poderia duvidar nesses conteúdos e pensar o porquê de estes serem incluídos no currículo.

Flávia Farias
Turma 9

Rosane Narciso Turma 4 disse...

Sendo a escola um cenário conflitante onde reproduz-se conhecimentos e alienções.Deve o professor inculcar em seus alunos o senso crítico , quesionador, não deixando que esses se acomodem os incentivando a contruir sua autonomia e seus valores mesmo vivendo num mundo extremamente capitalista.

Rogério Lúcio de Oliveira Góes disse...

Com base numa educação baseada na relação capital x trabalho e em cima das propostas marxianas defendo um humanismo não alieante, onde os trabalhadores estudem e se qualifiquem com ideais que façam os libertar dos opróbios capitalistas( dominação pelos meios de produção,subserviências a doutrinas ideológicas que desboque na mais-valia às custas de seu sacrifício etc).A escola e seu corpo docente deve formar profissionais qualificados, direcionados a transformar pelo conhecimento técnico e visão libertária focada na socialização da produção,já que pelo exemplo da recente crise mundial,só acumular e oprimir não funciona e reforça a desigualdade social.Temos enfim que lutar por uma educação que faça dos nosso jovens atores principais dentro desse novo mundo globalizado.

Rogério Lúcio de Oliveira Góes.Turma 4.Segundo Período.

Renato Corrêa disse...

A definição de alienação da pessoa que trabalha é fundamental para o educador pensar no seu trabalho sendo um alicerce para toda a vida. Não queremos um professor que repita tudo que está incluso no programa escolar, mas que diversifique no modo de ensinar de transmitir seus conhecimentos. Temos que estimular o senso crítico dos alunos para não vivermos mais nesta desigualdade social em que vivemos.
Renato Caminha Corrêa Turma 9

Anônimo disse...

Acredito que o eduacador apesar de sofrer influência do meio dominante e ser do mesmo modo educado por ele, deve procurar
manter seu senso crítico e ao mesmo tempo transmití-lo aos seus alunos de modo que eles possam julgar e compreender o mundo em que vivemos e promover uma construção de ideais e valores.

Pablo Eduardo
turma 4.

Renata Oliveira disse...

Por mais que os trabalhos de Marx não estejam diretamente voltados à educação em si, é visível sua contribuição, pois cabe ao professor ajudar ao aluno, inculcando idéias críticas, tentando romper com alienação, como o próprio Marx dizia:"sempre duvidar de tudo",ou seja, questionar certas verdades solidificadas,a fim educá-los para serem cidadãos. Acredito que seja esse o papel do professor, que ultrapassa o pensamento puramente de passar conteúdos.

Renata Oliveira de Sousa
Turma:04/2ºperíodo

Luciene Maria disse...

Como educadores os conceitos Marxistas podem nos fazer avaliar a nossa prática - e se ela realmente existe. Se pararmos para analisar temos diante de nós vários conceitos que podem nos auxiliar ao trabalharmos com crianças( um exemplo), mas se não refletirmos sobre ele e colocarmos em prática, adequando-o a realidade da turma não obteremos um resultado. Como educadores temos um papel muito importante na vida de outras pessoas,e por isso temos que agir pela reflexão e não somente pela repetição, atuarmos junto a família e a comunidade escolar e não de maneira isolada. Assim a sociologia nos leva a descobrir qual a nossa verdadeira intenção de atuação como educadores: atuação que leva a repetição ou reflexão que leva a uma prática construtiva?

Luciene Maria
Turma 3

Alan do Amaral disse...

Há algum tempo atrás, os educadores tinham como principal atividade adestrar seus alunos para que pudessem reproduzir com fidelidade as informações por eles transmitidas sobre uma determinada disciplina, além de uniformizar o comportamento desses alunos, bem como seu modo de pensar. Atualmente, por conta da exorbitante desigualdade social existente, os educadores passaram a se preocupar em não mais adestrar seus alunos, e sim torná-los mentes pensantes, capazes de ver, analisar, criticar e repensar os fatos que ocorrem a todo o momento na sociedade em que estão inseridos.
Os conceitos marxistas apresentados por Konder vêm auxiliar o educador justamente nesse sentido, penso eu. Ao ler os conceitos marxistas os educadores podem ser, e acredito que de fato sejam encorajados a romper com o tecnicismo marcado, como o próprio nome diz, apenas pela preocupação com a técnica do docente, com o modo como um conhecimento específico é transmitido. O educador, ao se debruçar sobre as obras de Marx, é incentivado a levar seus alunos a pensar, e não mais decorar. É incentivado a romper com a alienação, formando cidadãos, pessoas críticas e conscientes de suas escolhas. É incentivado e a instigar o questionamento, o inconformismo.

Alan P. do Amamaral
Turma 9 - Sociologia da Educação

moysesmedeiros disse...

Para marx, suas teses e pensamentos são dedicados ao processo de transformação economica,histórica e social.Marx acabou com a idéia de uma sociedade construída por ricos e pobres que já existia desde que se conhece a história da sociedade que produz e reproduz , criando e recriando um sistema de produçao da sociedade. Aluno Moyses T: 4

Anselmo disse...

Anselmo Ferreira Assumpção turma 09

Esses conceitos podem ser de auxílio ao educador pelo fato de servirem de alicerce para a formação não apenas de meros reprodutores de conhecimentos científicos de forma mecanizada, mas, para a formação de cidadãos, com opiniões críticas e analíticas capazes de interferirem e modificarem o meio em que vivem de forma consciente dando assim as suas contribuições para a formação de uma sociedade e política mais igualitaria, utilizando os conhecimentos adquiridos em seu meio acadêmico com esse fim.

Anônimo disse...

Disciplina: Sociologia da Educação
Turma: 09
Aluna: Elizabeth R. de M. Motta

Podem ajudar de diversas formas. Em se tratando da práxis e da alienação, temos que fazer nosso trabalho da nossa maneira, e não do jeito que os outros querem. Nos é dado um programa ao qual devemos seguir, porém cabe a nós decidir como iremos dar esse programa. Ele só serve de guia, nós o vemos e decidimos, eu vou ensinar isso primeiro, aquilo depois, vou ensinar isso dessa forma, aquilo daquela, apesar de termos um programa planejado pra dar, nós educaremos da nossa maneira.
Em se tratando da educação de uma forma mais ampla, temos que mostrar todas as possibilidades aos alunos e mostrar a forma correta de agir. Vamos afirmar valores a eles e depois temos de incutir a dúvida neles para que questionem o por quê dessas afirmações e daí busquem os resultados e confirmarem nossas afirmações ou não concordarem e com isso discutir sobre elas conosco até chegar a uma conclusão do assunto. E mostrá-los que não se deve agir assim só na escola, mas na vida.

Drica disse...

O papel do educador na história sempre foi o do quem transmite informações inseridas no contexto de uma classe dominante que deseja sempre estar neste papel sem que se permita as clases inferiores modificar este quadro. Quando Max traz o papel do educador como daquele que compartilha conhecimentos e ao mesmo tempo amplia o seu, ele abre espaço para que novos valores sejam inseridos no que se pode chamar de pensamento formulado. O professor agora é um ser pensante que sai do seu papel de simples transmissor de conhecimentos e gera em seus alunos uma nova concepção e visão. Visão esta que se estabelece a medida que ele (tanto professor quanto aluno) se observa como sujeito participativo na sociedade em que vive. Com isto o educador colabora para fazer de si e de seus alunos um ser pensante crítico, auto-crítico, um ser não apenas armazenador de conhecimentos, mas sim também capaz de transformar esses conhecimentos e colocá-los a favor de si e da sociedade em que vive.
A escola tem mudado seu papel no decorrer da história, se antes limitada, agora se diversifica ententendo que no mundo atual os valores educacionais devem estar sempre em contínuo desenvolviemnto e renovação. O educador tem seus limites sim, mas isto não impede que mesmo dentro deles, se torne construtor, avaliador e formulador de idéias e com isto estabeleça para si e seus alunos participação social contínua.

Adriana Costa (turma 03)

Anônimo disse...

Pensar os conceitos marxistas em função da educação é entender que os educadores, têm não só a função de ensinar o "curral" de sua disciplina, mas o de mostrar ao indivíduo, e assim fazê-lo pensar, como ser integrante de uma sociedade e desta forma um cidadão. Marx não escreveu com o olhar para a educação mas proporcionou a nós educadores poderosas ferramentas para nos auxiliar no laborioso trabalho de educar.

Bruno Catharino
Sociologia da Educação Turma 12

Anônimo disse...

Sociologia da Educação
Turma 9
Aline Maria Alvarez de Moura

Os conceitos marxistas nos levam a inúmeras críticas,porém levando para a questão da educação, analiso da seguinte forma: A educação é uma troca de conhecimentos os quais não podem ser inseridos forçosamente por alguém em outro alguém. Um educador que não tem noção da importância da transmissão do conhecimento e do seu valor em toda uma vida do ser humano, na minha concepção não é um “educador”. É apenas um profissional que limitou-se a aprender em sua graduação o que era específico de seu curso. Isso não é uma crítica ruim ao meu ver e sim uma demonstração de que o seu trabalho, se guiado assim,pode vir a se tornar árduo,cansativo e chato, tanto para o aluno quanto para o educador pois o mesmo,por ter se limitado àquilo, não consegue evoluir sua didática. Agora,se pensarmos na pratica pedagógica com base nos conceitos marxistas podemos acreditar que teremos profissionais mais conscientes da necessidade de criar cidadãos e não apenas mãos-de-obra para o futuro,pois a idéia de Marx é de uma sociedade e a evolução dela a partir de um raciocínio conjunto,da troca de idéias e não do pensamento somente individual, até porque para criarmos cidadãos temos que pensar em sociedade e não apenas em um ser humano com um raciocínio lógico limitado a ele próprio.

Elaine disse...

Edilaine Paiva dos santos
Turma 9 - Sociologia da Educação.

A partir do momento em que Marx apresenta de forma clara, o educador na sociedade e interpõe a ele sua função, seu trabalho, a influência dele no social e de todos os seus atos, bem como a importância da presença do outro em seu educar, ele delimita os papeis. Não só o do educando, mas também o do educador e, sobretudo da educação na sociedade. Isso o ajuda de forma a distorcer dogmas e conscientizá-lo sobre como ele pode fazer para auxiliar o educando a abrir sua mente e se inscrever seu individual no social, no coletivo e por fim, na História. Possibilitando também ao educador um alerta para a necessidade da humanização das relações, da abertura das mentes para as questões inerentes ao social, mas também ao homem. De forma a educar e se educar ao mesmo tempo.
Como a importância da participação e da opinião de cada um dos envolvidos em todas as tarefas a serem desenvolvidas numa aula, por exemplo.

Thiago Valladares disse...

PARA PENSAR E DISCUTIR: DE QUE FORMA OS CONCEITOS MARXISTAS APRESENTADOS POR KONDER PODEM AUXILIAR O TRABALHO DO EDUCADOR?

O segundo conceito apresentado por Konder seria o que melhor se encaixa na atividade do educador: o de formar cidadãos críticos. Na escola o educador afirma certos conceitos e pode levantar críticas a respeito d outros. Levantar críticas/questões é algo difícilmente feito pelos alunos. Não apregoo aqui uma crítica a tudo, mas que seja ensinado o ato de duvidar/criticar.

Outro ponto importante que essa segunda conclusão aponta é que o educador também é aluno e que ele deve aprender a ouvir o que lhe é dito, principalmente se isso vier de seus alunos.


Thiago Valladares da Silva
Matriculado: T09
Assistindo: T12

Marcela Marques - Turma 04 disse...

Acredito que em muito a filosofia de Marx possa contribuir para a educação. Primeiramente porque define a sociedade capitalista na qual vivemos, e sendo a escola uma instituição, um lugar social esta também se encontra inserida nesta ideologia. Os conflitos de classes apresentados por Marx também procedem na escola levando em consideração que a escola é um lugar dinâmico, complexo e multifacetado. Mas na minha opinião, o que é de melhor serventia para o educador é poder entender através desta filosofia como agem os interreses da ideologia dominante, poder desconstruir esta ideologia e não reproduzí-la em sala de aula. Sei que ninguém poderá revolucionar ao extremo, mas podemos tentar construir uma escola mais democrática e que possa atender a todas as classes sociais sem distinção, baseando-se na solidariedade e na cidadania.

Tamires Teles disse...

Auxiliam bastante, pois com eles podemos compreender melhor o funcionamento de nossa sociedade.
O autor defende que o processo de transformação dessa sociedade não esta ligada somente as escolas, mas os professores devem estimular nessas crianças esse desejo de transformação, assim criando neles um senso critico e além de passar somente conhecimento, transmitir também convicções e objetivos.
Assim auxiliando para que o trabalho do educador não seja apenas uma coisa mecânica e sem expectativas, mas que ele forme verdadeiros cidadãs com capacidade ter opinião.



Tamires C. Teles da Silva
Turma 4 Turno Noite
Sociologia da Educação

Anônimo disse...

Para responder a essa pergunta, gostaria de destacar três conceitos marxistas: 1- O conceito da Práxis, que diz que o homem (educador) deve fazer escolhas concientes e para isso precisa da teoria, ou seja, para um professor melhorar a qualidade do ensino na sua escola ele precisa conhecer sua importância dentro da sociedade, na formação de cidadãos, para que então ele possa parar de transmitir conhecimentos e passar a transmitir convicção. 2- O professor precisa parar de si isolar e passar a buscar a coletividade, ou seja, ele deve procurar apoio, tanto no conhecimento quanto na ajuda para colocar em prática projetos que venham melhorar o aprendizado de seus alunos. 3- O conceito de alienação que diz que o trabalhador não é dono do que produz, ou seja, muitos professores se prendem ao que são obrigados pelos diretores, pais, programas, a fazer, o que muitas das vezes não é o seu ideal. Mais o que eles deveriam fazer é se libertar para com isso proporcionar condições a seus alunos de questionarem e opnarem.
Douglas de J Pereira
Turma 9

Anônimo disse...

A maior contribuição de Marx para a educação , em minha opnião, foi a valoração do pensamento critico, pois essa é a unoca forma de se tentar sair da alienação. O educadou marxista fomenta a duvida, o questionamento e a discussão acerca de tudo, e não a aceitação do que é dito comp verdade, deve-se qustinar inclusive o que esta sendo dito pelo educador.
Essa é a forma através da qual podemos formar individuos que mesmo inseridos na sociedade capitalista, onde o produto tem mais valor que eo trabalhador, não se alienem, criem um antitese pra sintese vigente objetivando transformas suas vidas e as de seus pares.

Lillian A. A. Psicologia Turma 12

Simone Barbosa (Turma 4) disse...

Na Educação, foquei o papel do professor consciente da sua práxis e a possibilidade que ele tem de levar os alunos a refletirem sobre as suas.
Como ser social que sou, começo a refletir sobre meu papel de agente transformador. Se a sociedade é continuamente construída e modificada pelas ações humanas, me incluo nessa possibilidade de participar de reconstruções. Tento vislumbrar possibilidades de sair do meu individualismo para me inserir socialmente de forma mais ativa. Não me vejo mais como indivíduo incapaz, impotente e adaptado.
E o educador que pretende transformar sua realidade, tem necessariamente um projeto que busque a mobilização dos educandos. Instrumentalizar os atores sociais para que deixem de agir como marionetes e se imponham como seres atuantes, críticos e que possam perceber a realidade em que vivem, não mais como espectadores. O homem retomando seu poder deliberativo e decisório, e buscando se livrar da manipulação que o aprisiona.

telma - turma4 disse...

O educador que estuda Marx com consciência, percebe em sua teoria várias ajudas para o seu trabalho.
A idéia de praxis leva o educador planejar suas aulas unindo a teoria com a prática, tornando suas aulas mais produtivas, fazendo com que a teoria deixe de ser um "monte de coisa" a se aprender sem saber para que.
O lema de Marx "duvidar de tudo" se bem entendido, leva ao educador uma visão de pesquisa e não de ceticismo sem fundamento, desenvolvendo assim, a capacidade questionadora de seus alunos, tornando-os homens críticos.
para que essa capacidade questionadora desenvolva é necessário que o educador de aos seus alunos mais que conhecimento dê também convicções, devendo promover a discussão que guiará os seus alunos para a cidadania.
Porém Marx lembrar, que assim , como a educação forma cidadões pode também forma súditos para atender os interesses da classe dominandte . Apesar da razão nos dizer que um educador, que observe as idéias marxista não formará súditos ,não podemos subestimar o poder dos controle socias que através,principalmente, da mídia essa classe sutilmente exerce, e como educadores devemos nos questionarmos sempre, se estamos agindo conforme nossas conficções.

Telma - turma 4 - sociolgia e educação.

Raquel disse...

Sabemos que a dialética que nos fala Marx é muito importante, pois é ela que causa movimento nas estruturas já condicionadas na sociedade .

"Os de "cima" usam o aparelho do Estado e tiram proveito da ideologia
dominante (conservadora) para controlar a sociedade e para atenuar e
neutralizar as expressões mais agudas do inconformismo dos de "baixo".

Para um profissional da educação é importante tentar sempre construir ou reconstruir parâmetros já existentes que muitas das vezes nos impõe a ideologia dominante através de seus currículos. E é
por isso que a dialética não pode ser posta de lado como alerta Konder.

"Na acolhida que os escritos de Marx tiveram após sua morte, a
dimensão filosófica do seu pensamento ficou, em geral, bastante
prejudicada. A dialética foi posta de lado."

Embora o texto escrito há bastante tempo, ele continua sendo muito importante no presente, pois a pequena parcela dominante ainda impõe sua ideologia não só pela educação escolar, mas no cotidiano do indivíduo através da multimídia, propagando rapidamente sua ideologia. O professor embora faça parte desse meio, deve tentar auxiliar seus alunos a compreender os mecanismos para não ser manipulado facilmente pelo sistema.

"O educador, no diálogo com seus alunos, precisa lhes transmitir não
só conhecimentos, mas também convicções. E, complementando seu
assumido senso crítico, o educador socialista deve estar atento para o
que lhe vem do lado dos seus interlocutores e que o auxilia em seu
esforço de não perder seu senso autocrítico."


Raquel Pinheiro de Souza
turma 12 sociologia da educação - noite

Pat disse...

O educador deve instigar seus alunos à discussão, a romper as barreiras através do questionamento, a ver o mundo de uma forma mais crítica. Acredito que seja seu principal papel, além de ensinar, o de proporcionar o debate e a não-conformidade.

Patrícia da Silva
Turma 9 - Sociologia da Educação

Rafaela Aparecida disse...

O educador, como ser capaz de contribuir para o fazer da história, deve conhecer e entender seus alunos, para que possa mostrar-lhes caminhos que os levem a ter capacidade de pensar e refletir, para que mais tarde, sejam cidadãos transformadores. Também deve ensiná-los, além dos conteúdos propostos, a duvidarem de tudo e serem críticos, conscientizando-os que são capazes de mudar e que podem romper com a alienação que lhes são transmitidos ao decorrer de suas vidas.

Rafaela Aparecida
Turma: 04/Sociologia da Educação

Anônimo disse...

JOSE LUIZ DA SILVA PERNA
TURMA 12(SEXTAN1/N2)
O educador acima de tudo deve preparar o educando para a sociedade em que vive, deve criar no aluno senso crítico sobre o ambiente que o cerca e as diferenças econômicas, sócias e culturais. Formar um indivíduo que compreenda o que se passar a seu redor e também pelo mundo é o primeiro passo para a mudança qualitativa de vida desse indivíduo e consequentemente da sociedade em que vive. Só aquele que observa, analisa e critica pode estar apto para ser um agente transformador. O educador é condicionado, como todos, pela sociedade, mas ele é um agente fundamental para a transformação que todos almejam. Sem educação não há justiça nem igualdade, sem igualdade impera a tirania e consequentemente mais alienação da sociedade. Um círculo vicioso que movimenta a máquina social das elites.

Nivia Cursino disse...

Marx nos mostra como uma sociedade capitalista vive: representada por um Estado, que serve de mediador entre a classe dominante (burquesia) e a classe dominada (proletariado)que tem a funçao de passar a ideologia dominate afim de manter a alienação constante para quem ocupa o poder se mantenha nesta mesma posição. Marx pouco fala sobre a educaçao, mas podemos perceber que é através das instituiçoes educacionais que estes conceitos sao transmitidos e mantidos, de forma sbjetiva ou nao, aos educandos. Dentro destas instituiçoes há um publico plural. Encontramos individuos que assumem seu lugar social de reproduçao da ideologia dominante e aquele que luta para que de alguma forma tais concepçoes sejam modificadas.Cabe ao educador identificar qual é o seu papel dentro destas instituiçoes.

Nivia Cursino
Turma 4 - 2° periodo/ Noite

Luana Salles, T4 disse...

De acordo com Konder, Marx propõe que o trabalho do educador seja sempre refletido, repensado e praticado assim como na dialética, fugindo do modelo ideológico alienador e reprodutor imposto para a manutenção da estrutura da sociedade capitalista. Pois, somente através desse movimento na práxis é que o educador poderia abrir espaço para a construção do senso crítico-reflexivo de seus alunos.

Luana Salles, Turma 4

Anônimo disse...

Destaco dois trechos que acredito ser de suma importância :”O educador, no diálogo com seus alunos, precisa lhes transmitir não só conhecimentos, mas também convicções.” “Marx lembra que o educador também é educado: antes de exercer sua influência formadora, ele próprio é formado pelo sistema no qual está inserido”
Para a transmissão de convicções aos alunos o educador necessita primeiramente de ter uma formação
que possibilite a ele convicções, pensamentos auto-críticos, caso o contrário a escola se torna um ambiente de produção de mentes mecânicas e reprodutivas a sociedade, como o próprio texto coloca, o ambiente escolar pode ser, auto crítico, um lugar que construa mentes pensantes, mas também pode ser um ambiente reprodutor do próprio sistema da sociedade.

Bruna Freitas turma:9

CARLOS ALBERTO FFERNANDES DE AZEVEDO disse...

A abordagem feita por Konder, neste texto de Marx, nos leva a crer e a pensar, sobre a alienação opressora, que com certeza nós como futuros educadores, iremos nos confrontar, e que de uma forma ou de outra devemos nos empenhar para que consigamos modificar, pois a educação ora apresentada, e que vem de épocas distantes, precisa urgentemente de toques
significativos de mudança.
Permitir que sejam feitas críticas, pois só assim, as mudanças realmente acontecerão e o crescimento se tornará, algo que obrigat´rio em toda a sociedade.
As escolhas pessoais, permitirão que o indivíduo não seja mais manipulado pelo capitalismo, onde o consumismo é a mola propulsora.
chegando assim finalmente ao socialismo pretendido pela grande massa.

CARLOS ALBERTO FERNANDES DE AZEVEDO
TURMA 3 - 2º PERÍODO
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Anônimo disse...

Os conceitos de Marx que podem ser utilizados no trabalho do professor e uma educação emancipadora, onde ensine os alunos a questionar ,a duvidar de tudo que ele fala ,formar pessoas críticas para irem contra o poder dominante,o educador realizaria um trabalho práxis onde todo atividade é consciente ,esse são alguns conceitos idéias que podem ser colocadas em prática na sala de aula.Ariadne turma :3

Anônimo disse...

Na criação de uma visão auto-crítica sobre os conhecimento que temos. Sobre o que queremos construir na escola. Temos ser céticos e despertar para a realidade em nossa volta. Temos que ser críticos e despertar a crítica nos alunos. Temos que construir. Construir o pensamnto crítico e o desejo de mudança nos nossos alunos e temos que reconhecer o funcionamento da sociedade em que vivemos.

Camilla da Silva Sampaio
turma 9 - Sociologia da Educação texto 4
sampaiocamilla@ig.com.br

Rafaela Gouveia t 4 disse...

Segundo Marx, o educador tanto pode estimular o educando ao inconformismo, ao senso critico quanto ao acomodismo, a alienação. Cabe a nós, futuros pedagogos termos essa consciência e não sermos apenas meros reprodutores dos conteúdos. Devemos fazer com que esse educando busque sua autonomia e se descubra como um ser pensante, capaz de construir e reconstruir seus ideais.

Mariluse.turma 4 disse...

Marx ressalta a importância dos sujeitos humanos ,na constante mpdificação da realidade objetiva;E sita a necessidade de esclarecer a si mesmo no plano teórico paralelamente em aprender ações no plano prático, ou seja o educador deve desenvolver uma prática educativa(escolha consiente da teoria aplicada na prática)na qual a linguagem seja a expressão das multiplas vozes,onde a ewscola possa desenvolver outris papéis e não apenas reproduzir as distorções da ideologia que se impõem ou interfere na construção do conhecimento.Isto significa que os conteúdos e saberes precisam corresponder aos anseios, desejos,necessidades, esperanças e temores do educando, para que haja uma comunicação real e não alienadora e desta forma possa resultar em uma educação libertadora

leia disse...

Adalciléia Luiz Turma 3

Os conceitos de Max, sobre como funciona a ideologia do trabalho é um importante meio para que o professor não fique simplesmente reproduzindo o que a ideologia dominante manda, tendo esses conceitos bem definidos e entendidos, pode despertar uma postura no educador mais consciente do seu papel não só como educador. Sendo assim, quando Max fala que o homem se faz por si mesmo e que o professor é parte da sociedade, ou seja, o educador é um trabalhador como outro qualquer, e sofre dos mesmos problemas que envolvem os trabalhadores. Sendo assim, o educador quando toma consciência do seu papel e mais que isso, passa a ter uma postura crítica frente à sociedade em que vive, pode assim instigar, provocar a duvida no seu discípulo, para que a partir dos conhecimentos e convicções do professor, o seu aluno possa construir a si mesmo frente à sociedade.

Vinícius Lima disse...

Ao entendermos que a educação não é capaz, por si só de transformar uma sociedade, entendemos que o educador fazendo parte do sistema capitalista dominante, não pode ser visto como o sujeito capaz de promover uma revolução no sistema e ao mesmo tempo criar um novo.
O educador possui limites, sendo ele formado pelo sistema que está inserido e deixando sua capacidade de influenciar na formação de outros, a dúvida de estar sendo canservador ou questionador no seu método educacional.
A partir de Marx, podemos compreender que as instituições de ensino não são lugares para desencadear a transformação da sociedade mas um lugar para promover o diálogo entre os alunos e o educador, transmitindo conhecimentos e convicções. O educador é fugura essencial a todas as sociedades, afirmando valores e produzindo uma reflexão crítica e autocrítica nos educandos.

Vinícius da Silva Lima
Turma 12 - Sociologia da Educação

Elaine disse...

TEXTO 4
PARA PENSAR E DISCUTIR: DE QUE FORMA OS CONCEITOS MARXISTAS APRESENTADOS
POR KONDER PODEM AUXILIAR O TRABALHO DO EDUCADOR?

Para que eu seja capaz de transformar a minha realidade preciso, antes tomar pé não só da mesma como também do lugar que ocupo socialmente. O aluno precisa se reconhecer naquilo que faz, por isso ser tão importante estimular nele a sua própria visão do mundo. A partir do teórico eu professor estimulo o meu aluno a pensar com suas próprias palavras o que ali foi dito a ele. A práxis precisa estar dentro da sala de aula, o aluno e sua atividade consciente. Não formando um alienado ,mas um cidadão critico.

Elaine,turma 3 2ºperiodo turno noite

Bruna Brito disse...

A maior contribuição que os conceitos Marxistas apresentados por Konder pode trazer para o educador é a reflexão.
Um educador precisa ter consciência de seu papel social,deve apresentar os conhecimentos para os seus alunos como algo que pode ser descontruído e principalmente ele deve ser reconhecer em sua pratica para que seu aluno possa se reconhecer naquilo que está aprendendo.
Bruna Brito.turma:3

Stella Patrícia Saramago disse...

Quando penso nos conceitos Marxistas influenciando o trabalho do educador, penso em transformações de pensamentos e ações na área da educação. Os conceitos de Marx podem influenciar o professor de diversas formas. Desde a conscientização do seu lugar, poder e valor na sociedade até o crescimento individual dentro de uma perspectiva coletiva e não egoísta, visando a reflexão, a autocrítica, a desalienação e o questionamento.
O educador que se baseia nestes conceitos não reproduz a ideologia da classe dominante, que visa o acúmulo do capital e enxerga os cidadãos como nada além de mão de obra, menosprezando a dialética e o conceito de crescimento coletivo. Ele fomenta a valorização da união e do pensamento de igualdade, mostrando para os seus alunos que não somos insignificantes o bastante para omitir nossas críticas e não somos insetos para viver uma série de situações sem sequer questiona-las.

Stella Patrícia Saramago
Turma 04

Nathalia Rocha 04/Noite disse...

Marx ao estudar a sociedade, também nos apresenta o âmbito escolar, quando nos diz que: 'para entender o homem, é necessário entendê-lo na esfera do trabalho'. Com base nos conceitos Marxistas, o educador deveria refletir sobre o sistema que o cerca, e tentar fazer diferente. 'Antes de ser educador, ele já foi educado', alienado, e a tendência seria reproduzir a ideologia que domina, corrompe e 'doutrina' a sociedade tentando manter os atores sociais em seus devidos lugares. Acredito que apartir do educador, sujeito que de uma certa forma contribui para a história, é possível caminhar para a modificação da realidade, a fim de superar essa alienação. Mesmo reconhecendo que para tal mudança ocorrer é necessário capacitar cada vez mais o homem, fazendo com que o mesmo reconheça seu valor e atualizar as práticas de ensino, para que estas consigam atender as novas demandas escolares.

Nathalia Rocha
2° período - noite

Tatiana disse...

O testo de Marx aborda que a Escola era controlada pelo Estado, e ele não acreditava que o educador poderia ser sobrepor à sociedade, pois este fazia parte do sistema.
Marx não acreditava que a escola pudesse despertar o senso de crítica nos estudantes.
Creio os conceitos de praxis e principalmente de alienação, ditos por Marx e expostos por Konder neste texo, podem auxiliar o educador no sentido de despertar a auto-crítica em sala de aula, despertar a necessidade de se entender e compreender o porque de estar ali ensinando. O próprio educador se questionar sobre os seus ideais e objetivos, e desenvolver nos alunos o interesse de entender o porque desta relação, o porquê do aprender, qual a real necessidade, e consequentemente, dar seguimento ao processo de desalienação nos estudantes. Pois a partir do momento que nos questionarmos e questionamos o mundo, começamos um processo de transformação.

Tatiana Gonçalves Martins
Turma 12

Daniela Peixoto disse...

O conceito de reflexão de Marx auxilia o educador na elaboração de novas práticas para as novas demandas e para o novo público. O conceito de Marx sobre a alienação é o não reconhecimento do que o homem produz. Marx propõe uma escola reflexiva, crítica, onde o aluno possa questionar o que é dado pelo professor.

Daniela Peixoto turma 3

Antonio -Turma 03 noite disse...

De que forma os conceitos Marxistas apresentados por Konder podem auxiliar o trabalho do Educador?

Podem auxiliar o educador a fortalecer disposições críticas, estimular o inconformismo e a inquietação, incentivar a capacidade de questionar. O Educador no diálogo com seus alunos, precisa lhes transmitir não só conhecimentos como também convicções. Na atividade do educador, essencial em qualquer sociedade, na perspectiva de Marx, nos leva a observar a afirmação de valores e a reflexão crítica/autocrítica.
Antonio - Turma 03 - noite

Mayara Merlim disse...

O professor não tem como transformar, revolucionar a sociedade com a educação, mas sim, pode e deve, instruir e instigar seus alunos a se constituírem não apenas educandos, mas principalmente cidadãos que possam se posicionarem de forma crítica perante a sociedade. O educador deve estimular o senso crítico do aluno, fazendo com que ele saiba lidar com as situações do mundo, sem deixá-lo alienado apenas com questões escolares e capitalistas, mas sim transformá-lo em um homem auto-crítico, autônomo, capaz de criticar as questões impostas à sociedade de forma automática, alienante. O educador não é um mero reprodutor de ensinamento que é posto para tal função, como muitas vezes é visto pela sociedade. Ele é, ou pelo menos deveria ser, estimulador de idéias, onde possa fazer com que seus alunos possam desenvolver seu conhecimento de forma independente, tendo o mestre como seu mediador e não como um ser a ser copiado. A educação não deve ser alienante. Deve ser constituída de ensinamentos práticos do mundo, da realidade, preparando o aluno para que este enfrente a vida de forma consciente, correspondendo as suas necessidades como homem, como cidadão.


SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
MAYARA MERLIM
TURMA 4 (NOITE)

Mayara Merlim disse...

O professor não tem como transformar, revolucionar a sociedade com a educação, mas sim, pode e deve, instruir e instigar seus alunos a se constituírem não apenas educandos, mas principalmente cidadãos que possam se posicionarem de forma crítica perante a sociedade. O educador deve estimular o senso crítico do aluno, fazendo com que ele saiba lidar com as situações do mundo, sem deixá-lo alienado apenas com questões escolares e capitalistas, mas sim transformá-lo em um homem auto-crítico, autônomo, capaz de criticar as questões impostas à sociedade de forma automática, alienante. O educador não é um mero reprodutor de ensinamento que é posto para tal função, como muitas vezes é visto pela sociedade. Ele é, ou pelo menos deveria ser, estimulador de idéias, onde possa fazer com que seus alunos possam desenvolver seu conhecimento de forma independente, tendo o mestre como seu mediador e não como um ser a ser copiado. A educação não deve ser alienante. Deve ser constituída de ensinamentos práticos do mundo, da realidade, preparando o aluno para que este enfrente a vida de forma consciente, correspondendo as suas necessidades como homem, como cidadão.

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
MAYARA MERLIM.
TURMA 4.
T.: NOITE

Carolina Sales disse...

Para Marx, o professor deve ser um mediador na educação de seus alunos. Como é citado no texto, ele deve fazer com que o aluno duvide do que ele diz para dessa forma ele desenvolver seu senso crítico. Logo o professor estará ajudando a formar cidadãos críticos e não cidadãos alienados, e esses formarão uma sociedade mais justa e democrática.

Carolina Sales turma: 03

Railon Rocha disse...

Mesmo não existindo, por parte de Marx, algo que se possa designar como uma sociologia da educação, é bastante perceptível que suas contribuições podem e devem ser atribuídas a este campo. Visto que, a educação segundo Marx, não é por si só, um instrumento de transformação da sociedade, porém, uma parte significativa desta transformação.
Assim, percebe-se que o educador é um agente muito importante deste processo no sentido de investir não na repetição de uma educação tradicional e hierárquica, mas como transformador e dela, através da pesquisa e do querer saber como fazer entender.
Como Marx, o educador deve ver na educação um meio essencial à dinâmica das sociedades, como por exemplo, nos campos social, cultural e político, mesmo que para essa conquista possa se deparar com choques, de conflitos, marcado pela colisão de valores, interesses.

Francisco Railon Rocha Carvalho
Sociologia da Educação Truma 12 (Noite)

Luana Lisboa disse...

Na concepção de Marx, O educador deve desenvolver o hábito em seus alunos da crítica e da autocrítica. Ou seja, o educador deve ir além do seu planejamento conteudista, não deixando limitar-se na transmissão do conhecimento.
Dessa forma o educador deve proporcionar aos alunos condições adequadas para que os mesmos possam desenvolver seus próprios conhecimentos e reflexões.
Como elo principal e decisivo na construção e formação de um indivíduo, o educador deve tomar para si os princípios marxistas com o objetivo de formar cidadãos aptos para analisar, distinguir, criticar e manter uma linha reflexiva em relação a esta sociedade capitalista que nos assola com suas crises.
Assim poderemos elevar o nível de instrução e senso critico social/político dos nossos aluno

Luana Lisboa
Turma 04

tomaz disse...

PARA PENSAR E DISCUTIR: DE QUE FORMA OS CONCEITOS MARXISTAS APRESENTADOS POR KONDER PODEM AUXILIAR O TRABALHO DO EDUCADOR?
Os conceitos marxistas apresentados por Konder, auxilia o educador a desenvolver seu papel de libertador, reconhecendo conceitos, como a luta de classes, ideologias, alienação e desigualdade social. Ele não deve ser apenas um reprodutor de conhecimento, mas ser capaz de induzir o aluno a desenvolver uma consciência crítica perante a sociedade.
TOMAZ PEDROZA BORGES
TURMA 12

CARLA T 3 disse...

TEXTO 4
A escola nasce no sistema capitalista, dialoga com os interesses da burguesia, propaga a ideologia vigente. Opapel do educador é formar cidadaõs conscientes e críticos. A despeito das imposições capitalistas, o professor é fundamental para desconstruir essa realidade; o professor deve ser parcial, deve reconhecer seu "lado". O educador não deve ser um reprodutor, mas sim ajudar na emancipação do aluno
CARLA TURMA 3

deisegenesis disse...

O educador,precisa estar atento a um novo público,para atualizar-se ,novos lugares de aprendizagem ,e não ficar alienado,precisa atender a novas demandas ,novas profissões,quando novos meios de ensino surgem,como a televisáo, a internet,e outros,seu trabalho precisa ser conciente para náo ser substituìdo por outro melhor,o seu trabalho náo è reconhecido e se sujeita para náo perder seu emprego,náo tem autonomia para educar,precisa seguir um currículo pré determinado.
A aprendizagem transforma vidas,modificando o aluno e o educador numa via de duas máos,fazendo da escola um instrumento de reproduçáo ou emancipaçáo,que aprisiona ou liberta.

Raquel - T.4 disse...

Na minha opinião os conceitos marxistas servem, na questão educacional, para nos ajudar a entender a alienação e assim superá-la, mostrando que podemos participar e modificar essa sociedade capitalista desigual em que nós vivemos. Tanto educadores, quanto educandos devem superar essa alienação, reconhecendo assim seu papel na sociedade, entendendo que podemos “fazer a diferença”, podemos mudar esse sistema ao invés de ficar sempre obedecendo às classes dominantes.. Nós educadores devemos fazer com que nossos alunos sejam seres críticos, que questionem o que está sendo imposto ao invés de ser mais um ser submisso.
RAQUEL MONTEIRO
TURMA:04 / SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Kelly Castro disse...

Kelly Castro
Turma 09
Txt 4

Com certeza o educador nao possui habilidades suficientes para revolucionar a sociedade através da educação; mas com certeza é dotado de um poder para instruir os alunos, ou seja, cidadãos a terem capacidade de reflexão crítica e auto-crítica. Para Marx um educador não deve transmitir somente conhecimento, mas também convicções, isto é, o educador deve tentar formar mentes pensantes, questionadores, que não se conformam com facilidade e que lutam por seus ideais. Além disso, o educador deve estar sempre receptivo disposto a aprender com seus alunos.

José Carlos de Souza Dias Turma 12 disse...

DE QUE FORMA OS CONCEITOS MARXISTAS APRESENTADOS POR KONDER PODEM AUXILIAR O TRABALHO DO EDUCADOR?
Mesmo instituídos num contexto histórico diferente do atual, os conceitos marxistas se fazem importantes no mundo contemporâneo que é caracterizado pelas conseqüências de um intenso processo de globalização baseado no modelo capitalista. A alienação observada por este pensador no século XIX existe ainda hoje, porém sua existência se mostra paradoxal. A globalização tem aprimorado progressivamente o acesso democrático à informação gerando contraditoriamente a alienação de um grupo majoritário em decorrência da consolidação de uma cultura de massa que se torna excludente à medida que o excesso de informação e sua superficialidade dão margem a uma limitação à compreensão dos indivíduos em detrimento de sua capacidade criativa e, sobretudo, crítica.
A educação entra como fator fundamental para o fomento de uma sociedade pensante desde que o professor reconheça este como um fim em seu processo de ensino. O educador precisa se situar na realidade social em que está inserido e trabalhar de forma a cientificar também o aluno desta mesma realidade. Este abordagem deve ser concretizada não meramente através do fornecimento de informações, mas pela instigação de uma reflexão humanística que por si só levará a uma visão crítica do sistema social e ao desenvolvimento de valores e ideais próprios onde o aluno verá a si mesmo como um cidadão capaz de gerar mudanças em seu meio.

Anônimo disse...

Sou Marxista, mas não concordo com parte do que está em voga no pensamento dos educadores marxistas. Acredito que devemos impor ao máximo os nossos pensamentos. Não podemos deixar a visão de que o aluno deve ter a escolha de pensar, pois ele não tem. Ele está imerso na ideologia dominante, e não só na escola, mas nos meios de comunicação em geral, na sociedade que absorve a ideologia neoliberal, na própria escola que acolhe os ditames do Consenso de Washington. Então, temos nós, Marxistas, o direito de não impor o nosso pensamento que é o "correto"?

Pedro Pestana de Oliveira - Turma 4

Anônimo disse...

PARA PENSAR E DISCUTIR: DE QUE FORMA OS CONCEITOS MARXISTAS APRESENTADOS POR KONDER PODEM AUXILIAR O TRABALHO DO EDUCADOR?

De modo geral, levar o aluno a refletir sobre as questões sociais que o cercam na atualidade, como por exemplo: caos no sistema público de saúde, desigualdade social,violência urbana etc., e ao próprio educador com relação a propagação da ideologia vigente, de modo que ambos se reconheçam no processo educacional e cada um venha a cumprir efetivamente o seu papel social como cidadãos. Assim o educador deve mostrar ao aluno que ele não deve se conformar com a situação atual, e que ele deve buscar em conjunto com outros indivíduos soluções para o meio em que vivem.

Fábio Turma 3

wallace disse...

Wallace Nascimento - Turma 12 - Matrícula 200810184411

Texto 4 - Marx tem várias teorias muito proveitosas para utilizarmos no campo da educação. Uma que deve ser destacada é o pensamento que diz que o homem precisa produzir para existir, logo produzindo consome e esse sistema se dá referente ao trabalho. Analisando esse contexto, podemos perceber que no campo da educação quando o professor consegue com que seu aluno produza, tal aluno passa a existir naquela turma, pois, conseguiu concretizar algo. Isso é muito importante para a educação, pois, graças ao conhecimento que o professor passa para o seu aluno, dando-lhe ferramentas, tem como produto a produção de um novo conhecimento a partir desse aluno, fazendo com que tal aprendizado tenha o seu valor.

vico disse...

Os conceitos de Marx são grande parte do caminho para uma regularização do equilíbrio da sociedade.
O educando precisa saber que apesar de ter um pensamento singular, Marx deve, como todos, ser questionado considerando o tempo em que vivemos.

Fabiana Vilar disse...

No mundo capitalista em que nos encontramos,devemos criar conceitos próprios para não nos inluenciarmos e alienarmos como idéias fornecidas pela classe dominante. Para que isto aconteça é necessário que tenhamos uma boa base formadora de opnião, eis então o papel do educador,será ele o responsável pela construção da identidade dos indivíduos,tarefa essa, que exige muita responsabilidade. Sendo assim, para que haja mudança, é preciso que o professor seja capaz de se desvencilhar do conservadorismo da escola, e assim propor uma educação, nos moldes de Marx, primando pela liberdade, aguçando os sentidos,para que o indivíduo esteja interagindo com o mundo ao redor, não só como expectador, mas como um ator social, que possui um dos papéis principais na nossa sociedade.

Fabiana Vilar turma 04

Gisele Lemos disse...

Gisele Lemos
Turma 3
Os conceitos Marxistas apresentados por Konder podem auxiliar o trabalho do educador em toda a sua essencia, visto que em uma sociedade "moderna" o indivíduo deve ser além de tudo, agente em seu meio, reformulador de hipóteses e verdades, crítico, transformador, verdadeiro cidadão. Para que o indivíduo se torne um verdadeiro cidadão e conquiste seus direitos de fato, brigando por eles e os transformando conforme suas necessidades é preciso haver um professor que eduque para a transformação, deve haver uma escola que acredite no valor de cada indivíduo na sociedade e que queira transformá-lo. Para que isso aconteça, Marx deve ser levado em conta em todo processo educativo, desde a primeira infancia do "aluno".

Anônimo disse...

Aline Rodrigues- turma 3

A escola é um local especial, pode-se dizer que é uma célula da sociedade, onde encontramos os mais diversos mundos; há sempre, uma predominância de uma ideologia de um grupo de referência, uma realidade que é impostas pela sociedade, de acordo com Max, devemos vencer essa alienação e o professor tem uma participação muito importante, pois ele se apresenta como um ator social, no qual a sua pratica deve estar baseada na construção de um saber igualitário, aliada a uma pratica que concorre para uma realidade onde os indivíduos tendem a intelectualizar-se para questionar e refletir sobre tais imposições capitalistas, cabe o professor educar os indivíduos para a formação de um cidadão crítico e não uma massa de manobra que aceita o inconformismo de uma alienação vigente de uma escala que é imposta das classes mais abastadas para as menos providas de um capital.

Anônimo disse...

Maria Rafaela Telles

Em nossa sociedade contemporânea a escola desempenha um papel de grande responsabilidade. À ela é atribuída a responsabilidade da transmissão da educação formal, mas também o ensino da ética, moral e a criticidade nos cidadãos que estão sendo formados. Hoje a sociedade atribui à escola um papel de orientadora não só de seus educandos mas de seus pais em momentos de dificuldades na educação de seus filhos. Marx de fato não deixou receitas prontas, e de fato não haveria como faze-lo. Porém questionar tudo aquilo que está à nossa volta seria um início. Embora marx não acreditasse na escola como instituição de mudança na sociedade, mas como mais uma instituição propagadora do capitalismo vigente, dentro dessa instituição há aqueles educadores que não compactuam com o sistema, pensando diariamente de que forma podem descortinar a ideologia dominante para que os educandos possam perceber que nessa máquina do capitalismo têm sido vistos apenas como mais uma peça da engrenagem, vivendo dentro do mundo na necessidade, num sistema que não dá aberturas pra que esse sujeito busque o mundo da liberdade sem sair do ambiente de trabalho.
Mostrar o papel social que esse aluno têm possibilidades de exercer ultrapassando essa realidade - tese em Marx -, desenvolvendo e praticando uma postura contraria à esperada pelo sistema - antítese em Marx - e provocando a mudança a partir dessas atitudes - síntese - é possível fazer com que o educando tenha ao menos instrumentos para escolher se deseja ou não compactuar com esse sistema ou modificá-lo.

Maria Rafaela Telles
Turma 4

vico disse...

Vinícius RG. turma 4
Texto 4
Questão 1)

Os conceitos de Marx são grande parte do caminho para uma regularização do equilíbrio da sociedade.
O educando precisa saber que apesar de ter um pensamento singular, Marx deve, como todos, ser questionado.

Jorge Freitas disse...

Pode-se pensar os conceitos de Marx como ajuda para auto-avaliação, à partir de uma visão auto-crítica, buscando entender o que está acontecendo a nossa volta e de que forma poderemos nos inserir no sistema em que nos encontramos. E, nesse sentido, questionar se somos apensa fruto da influência do sistema, ou se podemos fazer algo para alterar esse sistema.

Jorge Freitas disse...

Jorge Freitas Turma 9
Pode-se pensar os conceitos de Marx como ajuda para auto-avaliação, à partir de uma visão auto-crítica, buscando entender o que está acontecendo a nossa volta e de que forma poderemos nos inserir no sistema em que nos encontramos. E, nesse sentido, questionar se somos apensa fruto da influência do sistema, ou se podemos fazer algo para alterar esse sistema.

Lizon Rocha disse...

A educação assume diferentes significados, sendo assim uma arma importante nesse combate.Faz-se necessário que o educando consiga não somente ter acesso a esse saber, mas que possa ainda chegar a controlar o processo/reprodução,das condições de transmissão dos conhecimentos científicos e técnicos adquiridos.
Lizon Rocha.

Daniel Veloso - turma 3 disse...

Marx acredita em uma postura crítica contestadora. Nesse sentido o professor que deseje trabalhar direcionado pelos conceitos marxistas deve estimular o senso crítico do educando possibilitando-o de se livrar da alienação. o professor deve trabalhar com atividades em que a criança se reconheça.

Daniel Veloso - turma 3

Daniel K disse...

Marx enfatiza a formação intelectual, política, cultural e libertadora do educador e não realça a figura do professor ou do instrutor limitados por alienantes currículos. Marx não imaginaria, porém, que, num contexto de circunstâncias manipuladas, o conceito de educador pudesse ser corrompido pelo capital, fazendo com que o perfil do educador pudesse ser comparado a um tipo de empresário, de um comerciante da educação.
Se a sala de aula é identificada por uma relação dialógica, de perguntas, interrogações, questionamentos, a resposta exige tempo de estudos, de reflexões, de pesquisas, de se preparar política e culturalmente para responder aos interlocutores na família, na rua, na sociedade. É a educação continuada e permanente que trará bons resultados.


DANIEL KISTLER
Turma: 03

Raphael disse...

A grande contrinuição de Marx, senão a mais importante, relacionado com o conceito escolar é a questão do indivíduo conseguir fugir da alienação imposta pelas classes dominantes.
Aproveitando uma das frases de Marx: "Duvidar de tudo" instiga tanto o educador como um "aventureiro" que anseia a vontade de sempre obter novos conteúdos significantes e novos métodos pedagógicos para sua atuação com o grupo; mas também com o educando, uma vez que este venha a "duvidar de tudo" que o educador trasmite, tornando-o mais alerta para os conteúdos trabalhados, assim como a busca de aprimoramentos dos conteúdos, desenvolvendo assim, a capacidade questionadora de seus.

No entanto Marx ressalta que o carater da educação tanto forma cidadãos quanto súditos que atendem os interesses da classe dominante.

Raphael
turma 4

Mariana Thuller disse...

Mariana Thuller - Turma 4

Marx diz que o papel do educador deve ser de formar cidadãos, ele não deve propagar a ideologia dominante burguesa, o educador deve trabalhar em prol da emancipação e não na reprodução da ideologia vigente. Suas idéias em relação a educação em minha opinião, são bastante semelhantes as idéias de Paulo Freire.

Lívia disse...

Lívia Cardoso Junqueira
Sociologia da Educação - Turma 12

Marx desenvolveu diversos conceitos e idéias que podem ser apropriadas pelos educadores que desejem fazer uma educação pautada na obra desse pensador. Primeiramente, Marx nos leva a concluir que a escola não é o lugar desencadeador da revolução da sociedade como um todo. No entanto, ele reconhece a educação como um campo, no qual se pode fomentar o pensamento crítico, a inquietação, o questionamento, abrindo caminho assim para a saída da alienação do aluno. A educação poderia facilitar, portanto, a saída do reino da necessidade para a entrada no reino da liberdade. Contudo, Marx faz uma importante ressalva: o educador sempre está inserido em uma ideologia e deve se auto-observar e possuir auto-crítica para analisar sua atuação, atentando para o fato de que pode estar reproduzindo em sala de aula uma ideologia. Para Marx, o educador socialista deve carregar e transmitir o lema “de omnia dubitandun”, ou seja, duvidar de tudo! Inclusive, os alunos podem e devem questionar o que o professor lhes ensina, não tomando tudo como verdade absoluta. Da mesma forma, o educador deve ser crítico e atento, pois sabe de sua não neutralidade.

Mila disse...

Camila Ingrid da Paz
Turma 3 - Noite
Sociologia da Educação - 2º período

Texto 4

Como Marx, falou sobre conceitos de trabalho, Homem e Práxis, esses desdobramentos, faz entendermos a sociedade, como lugar onde existem conflitos, interesses, classes sociais.
Este educador, utilizando os conceitos de Marx, ensina aos seus alunos a refletirem e questionarem, entrando no conceito de alienação. fazendo com que eles não apenas aceitem as coisas como elas são e sim saber se o que fazem esta certo, ou que dizem é verdade. Ou seja transformam-se em cidadãos críticos.

Juliana disse...

O papel do professor capitalista é trasmissor da ideologia vigente, ja para marx o professor deve assumir um papel emancipador de educação, deve fazer os seu alunos duvidarem do que lhe ensinam, e pora se tornarem pessoas críticas.
Juliana Reis
t:03
sociologia da educação

Marcos F Braga disse...

Assim como o estudo da Sociologia como um todo é de suma importância para o desenvolver de um cidadão, ser conhecedor dos ideais Marxistas e faze-los comum a todos em um ambiente de ensino, proporciona aos ouvintes a expansão de suas idéias e o desenvolvimento da “crítica implacável de tudo que existe” tão pregada por Karl Marx. Sendo o mestre um influente formador de opinião, fazer com que seus aprendizes aflorem esse tipo de questionamento ajuda-os a fazer parte do grupo de cidadãos de fato, dentro da sociedade; sendo capacitados a escolher a melhor opção a ser seguida, depois de uma crítica avaliação, habilidade essa desenvolvida principalmente pelo fato de ter questionado no momento anterior as conseqüências de cada uma das opções; seguindo (mesmo que fora de sua percepção) uma das idéias mais marcantes de Marx.

Ivo Venerotti (Turma 9) disse...

Ivo Venerotti - Turma 9

Sem dúvida a escola deve ser entendida como espaço de diálogo, de crítica social – cultural. Mas acho que a experiência vivida do aluno deve, também, ser levada em consideração. Os pensamentos de Marx remetem ao papel do professor como crítico social-cultural, cabendo ao profissional a mediação reflexiva do que se trata em sala de aula. Questiona-se, portanto, o que é homogêneo, aguçando o espírito crítico dos alunos, fornecendo arcabouços que propiciem sua politização e o exercer da cidadania. É interessante enxergar essa “via de mão-dupla”, implícita nos escritos de Marx, acerca da relação aluno-professor. Essa abordagem faz relação ao professor como sujeito sócio-cultural, também exposto a um contexto, com diversas atribuições nas diversas esferas da vida. Sendo assim, os alunos também contribuiriam em seu “esforço de não perder seu senso autocrítico”.

Anônimo disse...

PARA PENSAR E DISCUTIR: DE QUE FORMA OS CONCEITOS MARXISTAS APRESENTADOS POR KONDER PODEM AUXILIAR O TRABALHO DO EDUCADOR?

Podem auxiliar na preparação e formação do aluno para a sociedade tão diversificada e colflituosa que o espera.Onde a educação faz parte de um sistema existente, sendo capaz de formar tanto "súditos" como "cidadãos", segundo as afirmações de Marx.E que o educador além de passar conhecimento aos alunos, deve passar também convicções, e deve sempre estar voltado para a formação do autor principal de qualquer mudança nessa sociedade: o ser humano.A escola deve ser neutra e jamais aderir nenhum conflito (ex: entre classes sociais, cor, raça etc.)que a sociedade apresenta, deve sempre servir de ferramenta para todos, sem nenhuma excessão.

Luiz Neiva da Silva - turma 09

suenne disse...

O educador, através das idéias de Marx,seria um grande motivador e uma figura importante no processo ensino aprendizagem.
Ele não seria apenas um transmissor de conteúdos prontos, mas aquele que busca desenvolver o senso crítico, levando os alunos a buscar respostas e a troca de experiências.

Anônimo disse...

Marx trás em suas afirmações um posicionamento quanto a sociedade capitalista, em especial aqui falamos de educação. Em sua crítica ele fala de duas instituições de ensino diferentes, uma que aplica uma dada influência capitalista com seus interesses de ganho, e outra que seria a melhor representação de uma escola, onde o educador orienta o aluno a ser um cidadão reflexivo, que analise com senso crítico o que lhe é apresentado, para assim optar pela melhor escolha nos procedimento de sua vida. Profissão por exemplo.

Marcus Vinicius campos da Silva
Turma 9 – Sociologia da educação

carol passos turma 9 disse...

Atribuição da força educativa aos princípios ambientais e metodológicos,a educação no seio e no meio do grupo, a prioridade da formação prática do aluno, sobre a sua formação teórica, o sistema educativo baseado na "escola do trabalho", a integração do trabalho produtivo no curriculo escolar, e a formação polivalente do indivíduo caracterizam um pouco a pedagogia marxista e são atribuídos a didática em sala de aula. Como foi dito, a educação em Marx é pensada filosoficamente como uma atividade essencial à dinâmica das sociedades, onde são apresentadas como lócus de conflitos, distinção de valores, interesses e perspectivas distintas, entre grupos que influem o raciocínio dos indivíduos. Porém o lema de Marx: "de omnia dubitandun" não é passível de uso, vide experiências. Todavia “a perspectiva de Marx nos leva a observar, por conseguinte, os dois pólos: o da afirmação de valores e o da reflexão crítica/autocrítica; o das convicções e o das dúvidas”, onde não se pode haver nem total ceticismo, tão pouco crença absoluta e sim compreensão e reflexão.

Anônimo disse...

Carlos Eduardo de Araujo - T9

A idéia de coletivo é muito forte em Marx e essa é talvez a visão necessária para o educador. Este precisa naturalmente dar o primeiro passo para se modificar, se superar como profissional. Mas o grande movimento, a grande revolução de que precisa a educação está no “todos” e não no “um”. Ao transferirmos o trabalhar da práxis de Marx para o estudar veremos uma possibilidade de mudanças do indivíduo e do coletivo. O professor poderia utilizar tal pensamento de que a educação sendo meta central da sociedade para ajudar seus alunos vislumbrarem uma melhor expectativa do futuro, fazendo-os acreditar na educação como uma escada indispensável para suas próprias vidas.

Agbale disse...

Agbale Fernandes - Turma3

Esse texto de Marx nos ofrece uma excelente reflexão sobre a atuação dos professores. Um primeiro ponto que levanto é a questão da educação ser algo prático, isto é, nós professores não devmos ficar numa sala de aula passando aos alunos apenas a teoria de uma idéia, mas mostrar como é na realidade, colocá-la em prática. O segundo ponto é o de acharmos que com a escola podemos fazer de nossos alunos revolucionários, mas se eu, como professor, não atuo como tão, como poderei passar para os meus alunos? O mundo hoje está afundado no capitalismo, onde tudo o que se faz visa o trabalho, o lucro,e o professor tem a missão de mostrar o outro lado dessa realidade, mas para isso é preciso que na sua formação ele tenha esse conhecimento, ele veja e viva isso. Um último ponto que levanto, é a questão de que não devemos apenas trabalhar conceitos e críticas, mas também persuasões que nos baseamos, acreditamos, que só assim, poderemos ter alunos críticos de sua realidade, onde terão a oportunidade de decidirem se querem ser alienados ou ativos em suas vidas.

Iara disse...

Iara Rodrigues - Turma 3

Com Marx surgiu uma questão interessante: 'a escola pode formar tanto súditos como cidadãos'. Agora vai uma pergunta: o que nós professores queremos? Pelo o que pude notar, não basta querermos mudar a nossa realidade se não a praticamos todos os dias de nossa vida. Criticar apenas por fazê-lo é uma ato inutil, mas a crítica com ação é uma possibilidade de mudança. Nós, professores, precisamos mostrar aos alunos que não se deve ficar preso só ao que se recebe, mas si construir algo a partir do que se aprende. Seja qual for o conteúdo, de qualquer matéria, deve ter um significado na prática, na vida desse indivíduo, e não apenas mais um saber sem função. O corpo docente deve estar envolvido com o que se transmite ao aluno, deve acreditar fielmente, pois caso contrário será em vão qualquer tentativa de formar cidadão, teremos apenas pessoas alienadas que seguem um determinado sitema por não ter argumentos a questionar o que lhe é imposto.

Danielle Saavedra disse...

Marx entende que sempre houve relações de dominação, BURGUESIAxPROLETARIO, até mesmo na educação; de certa forma, a educação 'não poderia ser um cenário de revolução', o professor e o aluno são alienados, e o educador, de certa forma, trabalha 'pra quem está pagando'. Porém, se a escola não pode ser o cenário de uma revolução, isto é uma realidade, e toda realidade pode ser destruída pela antítese. A 'mudança' só vai acontecer quando o proletariado ser reconhecer como classe social, lembrando que isso é valido tambem na educação; Enquanto o professor nao se reconhecer como classe social, tudo continuará na mesma;

Danielle Saavedra
200810357411
turma 3

Hugo disse...

Konder, guiando-se pela teoria de Marx, acredita que o papel principal do educador seja educar para o humanismo, a formar cidadãos capazes de reflitir, contruir idéias, a refletir sobre um pensamento, e ter uma visão critica do aluno para que assim esse aluno possa fugir da alienação.

Hugo de Oliveira
Turna 3

xenia bernardes cabral silva/eletiva sociologia/t.04 disse...

O texto de marx nos faz refletir sobre a importância da atuação do professor.Como ele mesmo disse:"o educador também é educado".Sabemos que o educador, antes de começar a educar outros indivíduos, também passa por um processo de endoculturação no qual recebe informações e influências da sociedade em que cresceu ou seja ele se torna mais um produto do meio qm que vive.É essa a questão que Marx traz a reflexão, será que os professores não estão apenas repassando tudo aquilo que receberam um dia?Os educadores atuais devem tentar inserir em seus alunos o auto-questionamento e o questionamento do sistema que o cerca, deve educar o cidadão para uma liberdade de pensamento para que assim adquira uma autonomia individual e coletiva.

alessandra dias da silva disse...

Alessandra Dias da Silva
mat:200510248411


Levando em consideração o modelo educacional vigente, para o pensamento marxista a escola é um instrumento da sociedade para o controle do indivíduo, e estando o educador neste cenário deve optar, pode se dobrar ao sistema e se colocar no lugar daquele que passa o conhecimento, ou se colocar como agente de transformação que é, e preparar seus alunos para um amadurecimento crítico que os permita no futuro identificar / avaliar os controles que nos impõem a sociedade e se os aceitaram. Ele deve colocar o estudante consciente da existência de uma ideologia dominante e em conjunto pensar sobre a questão da alienação, a partir de situações vividas por eles em seu contexto social.

Vanessa de Brito Nunes disse...

Marx contribuiu para a educação do homem em sua teoria educacional. O marxismo mistura a teoria e a prática e apresenta aos aprendizes a necessidade crucial da atividade racional e um sentido de responsabilidade social necessário para uma existência mais humana. Dessa forma o papel do educador se torna um desafio social. Assim sendo, esta prática pode tornar-se um instrumento mobilizador para com a situação atual em que vive a população. A partir do momento que os educadores começam a pensar claramente sobre o que estão fazendo e ver o que estão fazendo em um contexto maior de desenvolvimento individual e social
é que o "Educar" passa a se tornar significativo.

Anônimo disse...

Geane Cristina 200720356511 turma 4
Texto 4

Os conceitos de Marx auxiliam na conscientização do educador em não ser apenas transmissor de conhecimentos e conceitos da classe dominante, o seu papel na sociedade é bem mais amplo do que consta no currículo escolar, a sua “influência” sobre os alunos deve ser revertida para formar cidadãos críticos, atuantes, questionadores e não somente reprodutores de ideologias,passivos e “fantoches” da sociedade,não cabe somente ao professor este papel mas ele tem uma grande proporção de responsabilidade quanto a esta questão.

Anônimo disse...

Mariana Nogueira
200320391711
Matemática
Turma 12

Seguindo a linha de raciocínio de Konder e baseando-se na teoria humanista de Marx, podemos concluir que o educador é um elemento fundamental contra a instauração da alienação dentro da sociedade, formando cidadãos aptos e interessados a refletir sobre tudo que os cerca. É mister que os alunos não só reconheçam, mas também entendam e argumentem acerca dos valores da sociedade em que se inserem, de tal forma que seja possível tomar uma posição perante eles e agir de acordo com suas convicções. Tal senso crítico torna o processo de transformação da sociedade cada vez mais contínuo e benéfico ao cidadão individualmente e, por conseguinte, à própria sociedade como um todo.

Sentinela disse...

Konder inspirado por Marx abordou vários conceitos que podem ser tirados da obra marxista para serem uma forte ferramenta de mudânça,numa sociedade tão complexa,como a nossa,devemos buscar uma escola que atenda a todos os anseios.Quando Konder afirma que devemos buscar formar individuos criticos,capazes de formular novas diretrizes e idéias,acertou em sua colocação.pois o aluno nunca deve ser tratado como um robô,mas sim como um indivíduo que pensa e que merece sempre ser ouvido em seus anseios. Turma :12 Paulo Roberto Waldemiro 8º período do curso de História

Carolina disse...

Carolina Apoliano - Turma 9

Texto 4

De que forma os conceitos marxistas apresentados por Konder podem auxiliar o trabalho do educador?


Hoje em dia vivemos num mundo globalizado em constante mudança e o trabalho do professor tem que ser valorizado. O educador passa a desempenhar um papel muito importante na vida dos alunos pois é através dele que os alunos se baseiam na formação de seu caráter e de sua formação profissional. O professor é aquele que tem que trabalhar o aluno para que ele mesmo trilhe seu caminho. Como já falei no texto anterior, a escola já foi uma instituição de controle social, porém hoje os valores estão meios distorcidos. Não devemos abrir espaço para a formação de professores alienados mas até que ponto nós como futuros professores nos será permitido avançar. As idéias são boas e a sociedade também deve mostrar-se atuante e não atribuir só as obrigações para o professor e a escola. È muito comum vermos propagandas na tv de incentivo na sociedade para participar mais do ambiente escolar e isso deveria ser um hábito visto os problemas enfrentados pelo mundo hoje em dia. O aluno tem que se conscientizar também de seu papel frente a isso e valorizar o professor. No momento a preocupação principal é formação do aluno voltada para o vestibular ou mercado de trabalho. Formamos uma geração alienada para a vida.