terça-feira, 2 de setembro de 2008

Controle Social na Escola (Sociologia da Educação - Leitura complementar com referência ao texto 2)


Conforme citado na aula de 1º de setembro na Turma 3 de Pedagogia, reproduzo abaixo a notíca sobre o caso de violência ocorrido numa escola de Silva Jardim.


01/09/2008 - 11h31


Por corte de cabelo, jovem é espancado em sala de aula e morre no RJ
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LUISA BELCHIORColaboração para a Folha Online, no Rio


Um adolescente morreu no sábado (30) após ser espancado por colegas dentro da sala de aula da escola municipal Professora Vera Lúcia Pereira Coelho, em Silva Jardim (Rio de Janeiro). O motivo da agressão, ocorrida no dia 22 de agosto, foi ele ter ido à escola com um corte de cabelo diferente, segundo a família do menino. A Polícia Civil começou a investigar o caso nesta segunda-feira, dez dias após o ocorrido.

Segundo a família de Samuel Teles dos Santos, 16, ele recebeu tapas e socos leves dos colegas de classe como parte de uma suposta brincadeira com meninos que cortavam o cabelo. Como o jovem resistiu ao ritual, sofreu golpes mais fortes, que culminaram em lesão cerebral.

"Esses meninos tinham mania, quando a criança cortasse o cabelo, de dar tapinha, soco na cabeça. No dia que meu primo foi [para a escola com um novo corte de cabelo], eles começaram a fazer isso, mas ele [Samuel] achou ruim, aí os meninos começaram a espancá-lo, dentro da sala de aula", afirmou a prima do adolescente, Patrícia Teles.

Com medo de ser repreendido pelos colegas, Samuel não contou da agressão para os pais, e apenas na última sexta-feira (29), foi ao médico devido a fortes dores de cabeça, segundo a família. Ele foi internado na policlínica de Silva Jardim, mas no mesmo dia transferido para o hospital estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, na zona norte do Rio.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, médicos da policlínica de Silva Jardim detectaram que o adolescente apresentava problemas renais. No hospital Carlos Chagas, parentes dele informaram aos médicos que Samuel foi agredido por colegas de classe. Só depois disso é que o adolescente foi submetido a exames de tomografia, e os médicos constataram lesão cerebral grave. Ainda na sexta-feira, Samuel sofreu morte cerebral e, no sábado (30), teve parada cardíaca, segundo o hospital.

O corpo do menino foi enterrado no domingo (31), no município de Silva Jardim. Procurada pela Folha Online, a direção do colégio Professora Vera Lúcia Pereira Coelho, onde, segundo a polícia, Samuel estudava, ainda não respondeu as ligações. A Polícia Civil informou que abriu inquérito nesta segunda-feira para investigar o caso, mas não soube dizer se já identificou os agressores do adolescente.
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QUAIS SÃO OS LIMITES E AS POTENCIALIDADES DO EDUCADOR DIANTE DOS CONFLITOS SURGIDOS NO AMBIENTE ESCOLAR?

47 comentários:

Geisa Nuts =S disse...

Essa repostagem nos mostra que mesmo em pequenos grupos o controle social é um fator presente. O simples ato de cortar o cabelo, como mostrado, pode ser motivo de zombação, exclusão e até espancamento. Sabemos que o controle social nem sempre traz consequências maléficas, muitas vezes mantêm a "ordem social". No caso do menino espancado, a consequência não foi de maneira alguma positiva. O que aconteceu pode ser, de fato, um resultado de frequentes ameaças e buyling sofridos pelo mesmo, e um retrato do que está acontecendo com outras crianças naquela ou em outras escolas. Mas eu pergunto: Onde está o professor desses alunos? e a direção? Como pode um aluno ser espancado sem que ninguem soubesse ou interrompesse? O que está acontecendo com nossas crianças?

Postado por: Geisa Bragança_Sociologia_Turma:03

simone disse...

Seguindo sua sugestão de que vale até chorar, choro! Por esta monstruosidade, que quando minha mãe me contou, chegou a doer! Essa agressividade insana, imotivada, mortal!
Me lembra o espancamento que eu vi da minha janela no dia 30/08 (Fla-Flu - Maracanã), quando um bando de torcedores do Flamengo covardemente atacou um torcedor tricolor! Eram muitos espancando um único rapaz!
Um taxi parou para prestar auxílio ao garoto, que andou cambaleante até o carro e desabou no banco traseiro.
Quando a polícia chegou, os criminosos covardes já haviam fugido feito ratos!
Maldita sociedade!

Leonardo Nolasco disse...

Olá, meninas!

Compartilho com vocês essa condição de apavoramento. Resta sempre aquela velha pergunta: onde estavam os professores na hora do ocorrido? A escola virou território de ninguém? Precisamos refletir sobre os limites da nossa atuação e nossas potencialidades. Até que ponto podemos controlar o nosso território diário?

priscila disse...

Essa reportagem, nos mostra além da demostração de controle social na escola, a visão de continuidade de casa, que estes meninos causadores das lesões apresentam. A visão de controle automaticamente precisa ter um suposto controlado o que abre uma reação em cadeia, é muito provavel que a violencia para estes meninos que bateram, começou em casa, onde eles são os "controlados", e terminou na escola onde eles se mostram "controladores"

Renata Oliveira disse...

Renata Oliveira Turma04

Essa reportagem nos mostra uma crueldade.E até na escola ividenciamos esse contole social, esse que levou a vida de um jovem, mas o que me deixa inquieta, é saber aonde esta o papel dessa escola, como que nehum educador possa ter visto,e principalmente o controle após o menino ser violentado, uma vez que não teve coragem de falar para a famíla de início.Além disso, eu acredito, que se fosse na rua talvez não ficariamos tão espantados pelo fato de termos a visão sobre um lugar violento.

Miriam disse...

Olá para todos!
Estou indignada!
Como o professor Leo disse: onde estavam os professores na hora do ocorrido?
Pergunto-me não apenas onde estavam os professores naquele momento, mas também que tipo de profissional temos nas escolas! Profissionais ausentes? Despreparados? Inconsequentes?
Precisamos pensar não só nos profissionais que "participaram" com sua ausência desse triste ocorrido, como todos os antecedentes!


Miriam Cesário

paula Ribeiro Gomes disse...

Paula Ribeiro Gomes/turma:04
As crianças já não brincam mais como antigamente.Este fato nos mostra que entre os próprios alunos existem formas de controle,essa foi uma delas.Os alunos não podem ser diferentes,não podem chegar com um acessório diferente,com uma roupa diferente que já são apelidados,coagidos e humilhados.A escola é o espelho da sociedade!Isso nos mostra como nossa sociedade é cruel e fria.

Drica disse...

Quando nos deparamos com este tipo de notícia podemos entender claramente o forte controle exercido na sociedade, e que são condicionados a valores que se perpetuam, ainda que sejam valores que fazemm com que o homem (o ser social) venha a se sentir coagido e ao mesmo tempo despojado de sua própria vontade..."A sociedade determina não só o que fazemos mas o que somos". É com certeza como descrito em as palavras de Nietzsche "somos movidos pelo desejo depoder pelas coisas". Aí vai o fato de que uma simples brincadeira manifesta a forma como este poder esta inserido até mesmo em uma sala de aula - aonde um simples corte de cabelo tráz consequências desagradáveis para quem o faz - O texto II nos fala "Estar localizado na sociedade significa estar no ponto de interseção de forças socias especificas. Geralmente quem ignora essas forças age com risco." Este foi o caso do menor ele ignorou a força de uma simples brincadeira, mas que para um determinado ritual escolar (específico da escola de Silva Jardim) de grande valor e acabou sofrendo a consequência ao ignorar a validade de tal tradição.

Adriana Costa (turma 3)

Anônimo disse...

Como todos já relataram isso foi uma imensa crueldade. Podemos notar que o ser humano sofre um controle social desde criança sua forma de vestir, o corte de cabelo etc. Fico pensando onde estaria o professor no momento da agressão?Já que sabia que isso ocorria sempre. Com isso notamos que exemplo a sociedade está oferecendo aos jovens.
Ariadne Campos turma 3

Anônimo disse...

O lamentável ocorrido com este adolescende retrata bem os preconceitos e controles sociais impostos pela sociedade desde a mais tenra infância,adolescência,ou seja,desde sempre.Foi brutal,sim foi,mas o que me entristece mais é o fato de a direção do colégio,docentes e funcionários não intervirem de forma alguma para solucionar o problema,desde o lamentável ocorrido às investigações posteriores que seriam fundamentais para esclarecer a barbárie de seres que se dizem "humanos",mas são desumanos,covardes e assassinos.

Rogério Lúcio de Oliveira Góes - Turma 4.

Marcela Marques - T.4 disse...

O fato ocorrido é um absurdo! Fiquei apavorada, porém comecei a refletir: se fôssemos nós ali naquele momento, naquele lugar social, como será que agiríamos?
Será que defenderíamos o garoto e pagaríamos o preço da transgressão? Ou será que faríamos parte do ritual para sermos aceitops naquele grupo social?
E o Samuel, pobre menino, porque rendeu-se aos mecanismos de controle e não contou a ninguém sobre o ocorrido? Qual o preço da necessidade de ser aceito?
Onde estavam os educadores daquela escola naquele momento que não viram esta brutalidade?
O controle social está presente em nossas vidas o tempo todo e compactuamos com ele sem nem ao menos perceber que ele existe, mas quanto vale este sentimento de pertencimento a um determinado lugar social?

puruco disse...

Diante do ocorrido fico perplexo e com uma postura questionadora?quais motivos levaram CRIANÇAS a tomarem tal atitude?Ao refletir um pouco sobre a sociedade começo a ter possíveis respostas.Percebo que vivemos sobre o mais antigo controle social,a violência e isso não poderia ser diferente com crianças,apesar de chocante.Soma-se a isso o fato de crianças serem pessoas em formação,as quais copiam atitudes( certas ou não) do mundo a sua volta,para construírem a sua personalidade.Tudo isso me leva a um possível entendimento.no entanto,de um ponto de vista pragmático,não aceito a ausência de profissionais da educação no momento do ocorrido.Escola é local de se adquirir conhecimentos variados e dentre eles os sociais,valores humanos.Por tudo isso percebo que a educação EM TODOS OS NÍVEIS parece ser um caminho restaurador e dá onde se pode colher bons frutos.

DANIEL KISTLAR CRUZ – turma 03

Simone Barbosa (Turma 4)Sociologia I disse...

Adoro ver os comentários dos meus colegas e suas ricas contribuições! É muito importante este intercâmbio!
Uma questão para pensarmos: estamos avaliando o controle social nas turmas de crianças e adolescentes, mas alguém pensou na própria turma?
Por que as pessoas não se conhecem melhor , não trocam mais, não olham para o outro?
Por quê, se há tantas individualidades ricas e interessantes, tantas vidas, tantas experiências e tantas possibilidades de interação social?
Será que estas atitudes não levam a atos extremistas, segregatórios?
É bom pra refletir!
Criticar o mundo também envolve auto-crítica!

Liliane disse...

É lamentável o ocorrido!
Vemos quão tamanha força que é o controle social, e com isso os agressores podem estabelecer um controle ainda maior, pois os outros que viram a agressão ou somente souberam do ocorrido ficaram temerosos de que aconteça também com eles, e assim este controle não terá um fim haverá sempre uma voz ditando as regras e punição para os que as trangredirem.
Liliane - Sociologia - T:03

Marcus disse...

O caso do menino causa espanto e indignação. Situação difícil para familia, sociedade e deixa de calça curta o poder público (em especial a diretoria da escola) mostrando descaso com a educação e segurança dos "sem luz". A ação exercida sobre o menino nos tras triteza e choca quem lê e mexe com os críticos governamentais. Demostra falha grave no controle da base social e na ponta da pirâmide.
"Quando criança eu também apanhava dos colegas de sala, cortei o cabelo? não, estava no lugar errado na hora errada? não, chinguei ou zombei de alguém? não, meus responsávei legais estavam em sala de aula? não!!!"

Marcus Vinicius Campos
Geografia - Turma 9

Rosane Narciso Turma 4 disse...

Fico estarrecida que este fato ainda ocorra.coloco-me no lugar desses pais,e me pergunto onde estavam esse professor, diretor e demais funcionários.Por que nao intervieram para evitar tal tragédia? Podemos observar um grande influência de grupos de controle social que agem de forma nociva. Esses ameaçam, agridem e matam sem qualquer escrúpulo.

Anônimo disse...

A violência, hoje em dia tem se tornado algo comum em nosso país, onde até o simples fato de se cortar o cabelo torna-se motivo para a mesma através de "brincadeiras". Esse ato por ter sido realizado por menores de idade , provavelmente acabará sem a devida punição. Nesse ato, considerando nossa disciplina,não teria esse jovem(o espancado) feito parte do grupo social dos agressores anteriormente ? E essa violência não teria ocorrido, pelo fato do jovem ter recusado seu novo papel social ?
Apesar das suposições acima, devo resaltar que o fato não deixa de ser hediondo e absurdo, e que deveria ser melhor averigüado no ambiente escolar , uma vez que este não foi o primeiro caso do tipo.

Pablo Eduardo
turma 4

Luciana disse...

Luciana Santos de Almeida
Turma 04 - Noite

A reportagem em questão ilustra muito bem uma das áreas de investigação da sociologia, que é o controle social. Cabe dizer que este fato é no mínimo estarrecedor porém, cabe lembrar que o controle social é um fato existente em qualquer que seja a sociedade pois, é um dos meios que caracteriza a existência de um grupo, ainda que infelizmente seu método mais utilizado seja a violência, com o intuito de fazer com que as "regras" estabelecidas por "líderes" não sejam burladas. Fato chocante que ao mesmo tempo "combina" com a sociedade tão cruel que temos hj.

Tamires Teles disse...

Esse fato faz com que eu me interrogue com duas questões, a primeira é a mesma que muitos já disseram acima, onde estava o professor? E a segunda é que será se ele ali estivesse teria adianta alguma coisa, será que a agressão não ocorreria devido a presença dele? Já que os jovens de hoje em dia estão cada vez mais limites, onde em muitos casos nem mesmos os pais conseguem impor esse limite, imagine os professores.
Acredito que no momento que agrediam Samuel esses adolescentes acreditavam que estivessem apenas brincando, sem medir as conseqüências dessas “brincadeira”.
E esse fato muito me preocupa, pois os adolescentes de hoje serão os adultos de amanhã e como ficara nosso mundo na mão de pessoas que não medem nem pensam nos seus atos.

deise/URL disse...

Olá!
Eu não sei aonde estava o professor (s),mais o que pode ser feito quando o controle é perdido.O que esrta acontecendo com as pessoas;sejam crianças,adultos ou idosos.a violência esta a flôr da pele.É tolerância zero.
Assisti uma reportagem na TV Recor,sobre esse mesmo assunto.A violência nas escolas.Os alvos eram os professores,terrível de ver,uma professora, aqui no interior do Rio de Janeiro,só porque queria silêncio levou um soco na boca ,jogada no chão foi chutada e ameaçada.Disse ela:-"Não sei se vou continuar a dar aulas,repensarei meus objetivos,não vale a pena arriscar a vida.Estou apavorada.
E nós futuros professores ,como será?

Deisegenesis.Turma três Pedagogia.

Anônimo disse...

mais uma vez penso como alguns profissionais da educacao fazem vista grossa em relacao a problemas que surgem em sala de aula. se o grupo problema já existia como não tomaram uma providência em relação a estes alunos? deixar chegar ao ponto de um aluno ser agredido fisicamente por conta de um corte de cabelo?qual a segurança que nós pais podemos ter em deixar nosso filhos irem para a escola? qual é o preparo que esses profissionais estão tendo para estarem em sala de aula? outro lado também importante: como os pais estão educando os filhos? deixam tudo correr solto, sem correções e sem diálogo? é necessário avaliar ambos os lados e repensar os valores antes que mais alunos sejam vítimas da intolerância. luciana n m oliveira turma 03

Thiago Valladares disse...

Definir o q os professores podem ou não fazer é assunto de grande discursão. Antigamente, professores poderiam até usar a volência(palmatória) e o ridículo(chapéu de burro) como forma de controle social sobre os seus alunos. Nos dias de hoje isso é impensável. Na reportagem acima o q creio ter acontecido é q não havia nenhum professor por perto, de outra forma nenhum adulto responsável por um grupo de crianças assistiria o ocorrido de braços cruzados.

Voltando à pergunta do tópico, diria que um bom limite para os mestres seria a integridade física de todos os envolvidos. Agir de forma q a essa integridade sempre seja preservada. Já a potêncialidade é algo q creio não haver como delimitar. Isso depende de vários fatores externos. Depende de quanto terreno os responsáveis pelas crianças(fora da escola) permitiriam ao educador cobrir. Depende de quanto a escola permite a atuação do professor. Depende de quanto o proprio professor quer se envolver.

O educador escolar é uma das pessoas q passa mais tempo com as crianças, às vezes até mais q os próprios pais. Eles têm grande influência sobre elas. É comum que laços sejam criados, e q um certo espaço para conversas q nao ocorreriam em casa seja desenvolvido. Nesse âmbito creio q a atuação do professor se faz necessária e será mto bem recebida pelo aluno, o q às vezes nao pode ser visto da mema maneira pelos responsáveis. Ai se volta à discursão dos limites impostos a essa potencialidade...

Em suma, poderia dizer q a potencialidade dos educadores perante os conflitos escolares está limitada às normas externas(pais, escola, leis, etc) e às suas próprias normas.


Thiago Valladares da Silva
Matriculado: T 09
Assistindo: T 12

Ana disse...

Olá, eu concordo com a Priscila que essa violência muitas vezes vem de casa,seria aquela famosa e correta frase violência só gera violência, esses agressores devem sofrer sérias violências físicas e psicológicas no lar sendo eles os "controlados", e no convívio escolar desejam ser os "controladores", mas tambem me pergunto onde se encontravam os educadores? Que formadores se encontram em sala de aula? Que dedicação que eles possuem, o aluno é espancado e ninguém percebe nada? Infelizmente como o professor Leonardo disse a escola virou território de ninguém?

Bruna Freitas turma: 09

Raquel -T:04 disse...

Eu acho que não basta se perguntar onde estavam os professores, e sim até que ponto a sociedade e a escola acha normal esse tipo de violência? Pois aqui encontramos diversas pessoas indignadas com essa notícia (inclusive eu), mas muito veem essas"brincadeiras" violentas como algo normal que ocorre entre os alunos. Infelizmente hoje em dia é necessário um jovem morrer devido à essas brincadeiras estúpidas para alguns enxergarem que tudo tem limite, e para os educadores mostrarem ou orientarem seus alunos desses limites.
Até que ponto precisamos chegar para acabar com certos controles sociais?

Raquel Soc.T.04

Anônimo disse...

É aterrorizante! Mas acho que devemos questionar até que ponto se viu ou fingiu que não viu , os tapinhas " inovencivos " , quando os meninos cortavam os cabelos. Violência é sempre violência . As vezes, toleramos pequenos atos de violência por acomodação e nos escandalizamos com as grandes violências.
Seja qual,for o papel social que estivermos ocupando, temos que refletir sobre nossa participação nestsa sociedade.
Telma - turma4 - Sociologia e Educação.

telma - turma4 disse...

É aterrorizante!
Mas penso, onde estavam os professores quando davam tapas nas cabeças dos meninos que cortavam cabelos?
Violência è sempre violência.
Até que ponto toleramos "pequenas violências" e por que? Comodismo, medo...
Os grandes atos de violência não começam tão grande.
Até que ponto aceitamos ou agimos com violência ? e o que fazemos para elimina-la ?
" o que mais me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos coruptos, nem dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons" Martin Luther King

Gisele disse...

Gisele R Lemos
Turma 3

O controle social exercido por adolescente sobre amigos e possíveis "inimigos" parece sempre mais forte do que em outras fases da vida, e nesse caso não poderia ser diferente. Juntando a forte impunidade da sociedade atual para com os adolescentes e crianças que cometem crimes ou agressões e a falta de limites característica da juventude com o fraco exercício da autoridade do professor sobre esses alunos, o menino que reagiu de forma negativia a brincadeira acabou morrendo. Os professores estão limitados pelos próprios mecanismos de defesa das crianças e adolescentes criados pela sociedade e pela grande mudança de atitudes e comportamentos de pais e responsáveis em relação a repreensão de erros dos mais jovens. Hoje em dia o professor deve conquistar os alunos pelo exemplo de dignidade e respeito, pela amizade, companheirismo e negociação, se isso for impossível, dificilmente haverá possibilidade do professor intervir contra um drama tão pesado e corriqueiro nas escolas de todo país e mundo.

Anônimo disse...

A agressão, seja ela física ou verbal, é uma tarefa difícil para o educador lidar, pois ele mesmo sofre com elas muita das vezes.
A melhor opção ainda é a concientização. O professor deve utilizar esses exemplos que infelizmente já aconteceram para alertar seus alunos quanto as consequencias desse tipo de brincadeira tanto para quem sofre como para quem pratica e ainda está alerta ao que está acontecendo ao seu redor para que em última estância possa avisar as autoridades competentes (pais, diretores...) o que está acontecendo.
Douglas de J Pereira
Turma 9

Anônimo disse...

Aline Rodrigues- turma 3-segundo período
QUAIS SÃO OS LIMITES E AS POTENCIALIDADES DO EDUCADOR DIANTE DOS CONFLITOS SURGIDOS NO AMBIENTE ESCOLAR?
Esta episódio confirma mais uma vez, que existe os diversos tipos de controle social: Escola- aluno, professor- aluno, aluno- aluno, entre outros; surge uma dúvida, onde será que estavam os professores, a direção, os guardas ou qualquer outro tipo de pessoa que pudesse impedir esse tipo situação? Será que realmente NINGUÉM viu? Ou se omitiu por medo?E quando me refiro a ver, também evidencio o momento em que as primeiras brincadeiras começaram, pois me parece que o ato de tapas por repressão não foi o primeiro; Não podemos negar que a violência e o medo são agentes presentes no ambiente escolar, quantos casos já vimos de professor ser ameaçado por aluno? Enfim existe limitações , sim, seja por medo, frustração ou incapacidade, por parte dos educadores em certas situações mesmo existindo potencial.

Anônimo disse...

É possivel notar que em muitas instutuições de ensino público e privado os educadores se sentem de braços atados diante de situações de violência, seja ela verbal ou fisica, muitos temem por sua integridade, ou mesmo por não se interessarem por qualquer coisa que esteja além do "curriculo", e preferem "fechar os olhos" e se calar diante de tais situações. Muitos outros percebem as possibilidades de mudança nessas relações e tentam intervir , como lhe é possível, para fomentar discussões acerca de temas sociais fazendo o educando perceber e pensar em como ele atua nas relações dentro da escola, o que ele pensa disso e se pode fazer algo para muda-las.

Lillian A. Amaral - Psicologia - Turma 12

Isabelle disse...

Os limites são impostos pelo próprio jovem que tende a ver o educador como alguém chato que só está ali para puni-lo.A potencialidade do educador está em ajudar na formação e orientação do jovem.O grande potencial está em ultrapassar as barreiras impotas pelo modo arcaico como a educação é vivida no Brasil,onde o educador não tem participação ativa no cotidiano do aluno e só está presente na hora de reprender e avaliar.

Isabelle Teíssa
Turma 4
2007.1.03237.11

Rafaela Aparecida disse...

Vivemos em um mundo onde o controle social sempre está presente, atuando em determinados grupos, sendo o mais comum a violência. Certos grupos possuem os seus tipos de controle, mas esse, tendo como lugar social a sala de aula em Silva Jardim foi demais. O mais cruel é saber onde estavam os educadores e funcionários desta escola, que não viram ou ouviram nenhum gesto ou som desta brutalidade, que poderia ter sido interceptado pelos profissionais e talvez não levasse à morte de Samuel.

Rafaela Aparecida
Turma: 04/Sociologia da Educação

Pat disse...

Muitas vezes o professor se omite, seja por medo ou por achar que determinadas situações não fazem parte de "sua alçada". Mas o que ocorre no ambiente escolar deve ser motivo de uma reflexão coletiva, onde cada um deve repensar suas responsabilidades, e resultar em atitudes que possam resolver o problema.
Situações como esta não podem se tornar corriqueiras.

Nivia Cursino disse...

Acredito que um adulto responsavel, e principalmente um educador diante desta situaçao, nao permitiria que tal barbarie acontecesse. Prefiro acreditar que no momento da agressao o educador nao estava presente.
Este acontecimento so nos retrata como as crianças, no caso da reportagem, estao cada vez mais sem limites e criando seu proprios conceitos e formas de controle social.Esta liberdade que e dada, e a que precisa ser revista pelos educadores.Muitos confundem liberdade com libertinagem.
Quando o educador tiver consciencia de que dentro da sala de aula o controle social e o seu lugar de ocupaçao em nada tem haver com o dos educando, ele delimitara as influencias externas (da sociedade) e as internas (conflitos entre seus alunos).Porem e preciso entender o porque Samuel nao entregou seus "amiguinhos".A maioria das vezes, nao so as crianças mas os adultos tambem, nao expoem o que acontece por medo de sentirem-se excluidos, de perderem seu grupo de referencia, ou ate mesmo aceitam por conformidade:isto e um ritual, todos passam e eu nao sou diferente.


Nivia Cursino
Turma 4 - 2° periodo/Noite

Anônimo disse...

Camilla da Silva Sampaio
Turma 9

POr esse fato ter ocorrido dentro de uma escola, fico pensando que os alunos estavam totalmente livre de qualquer observação adulta. Os atos de controle social, por mais maléficos que parecam, acredito que tenham sido criados para que todos possamos conviver da maneira mais livre possivel. Fica evidente isso, quando se pergunta onde estava o inspetor da turma ou mesmo o professor. Nao acredito que apenas uma pancada de um aluno tenha causado um dano tao grave, mas que esse ato tenha durado alguns minutos, e q nao foi em silencio. É comum dos alunos da escola realizar esse ritual (foi o citado na reportagem) e os educadores concordam??

Nathalia Rocha disse...

Dizer que me apavoro com esse caso, não seria novidade, quando penso a ser mais um caso de violência no rio de janeiro. O que surpreende é o senário que o mesmo ocorreu. Prefiro pensar que o corpo docente daquela escola não estava ciente do acontecimento. É muito triste, saber que atos de violências, são vistos como meros rituais, e muitas das vezes 'aceitos'. Aceitos pelo fato de ser vivido sem renúncia; da pessoa achar que este ritual irá incluí-lo no meio, e se calar perante aos atos.
São casos assim, que geram profunda reflexão sobre o papel do educador. Nessas horas que os limites devem ser impostos.
Se o senário escolar tiver casos como este, como referência,podemos dizer que tudo esta perdido, sendo a escola um dos espaços mais importantes no qual o individuo se constrói, se enquadra.

04/noite. 2° período.

Stella Patrícia Saramago disse...

É difícil entender que no século XXI ainda existam coisas como essa, diariamente na tv ou nos jornais, estão estampados crimes absurdos que mostram nada mais que a banalização da vida.
A sociedade se põe em luto quando um crime desse tipo acontece, mas basta acontecer um "pior", para que o anterior seja esquecido. E o que dói em toda essa história, é que quando falamos em sociedade estamos falando de nós mesmos, me sinto culpada quando vejo todas essas barbaridades, quando estou assistindo tv na sala da minha casa, e esse sentimento de culpa é justamente porque eu não faço nada. Somente assisto todo esse caos e lamento pelas vidas perdidas.
Acho que estamos assim porque a sociedade em massa age como eu (PROFESSORA DE ENSINO FUNDAMENTAL),se indignando e logo se conformando com tudo isso. É lamentável.

Stella Patrícia Saramago
(Turma: 4)

Luana Lisboa disse...

Esta reportagem nos mostra o quanto o grupo de referencia é dominador, o quanto o controle social permaneçe em todas os momentos da vida de um individuo.
Sem dúidas esta reportagem me causou arrepios, como podemos ter crianças tão más e tão sem escrupólos nos dias de hoje?
O ser humano está cada vez mais aflorando seu instinto agressivo e destruidor, admira-me ver crianças tão pequenas tendo esse ato de maldade. Podemos analidar a má educação, a má formação afalta de acompanhamento dessas crianças.
Como os Pais não percebem esse comportamento? E o educador?
O professor deve estar sempre apto para analisar e identificar a agresividade dos alunos, de forma a promover reuniões de pais e castiga-los se preciso.
O educador deve exercer seu pode hierarquico dentro do território da escola.
Com certeza se tivesse ocorriodo um trabalho de acompanhamento sobre esses alunos "problemáticos"
Poderia sim ter evitado esta tragédia.
A nossa sociedade precisa de pessoas que realmente queiram educar, proteger, alertar, acompanhar, instruir e não de pessoas que não estão aptas nem para olhar na hora do recreio uma confusão entre alunos.

Luana Lisboa
Turma 04

Railon Rocha disse...

A escola apresenta-se como local privilegiado de socialização e, portanto, propício ao desenvolvimento de sentimentos, afetos e emoções que podem em determinado momento gerar conflitos em que o diálogo cotidiano não seja capaz de solucionar.
Ortega, (2002:143), afirma que: “O conflito emerge em toda situação social em que se compartilham espaços, atividades, normas e sistemas de poder e a escola obrigatória é um deles. Um conflito não é necessariamente um fenômeno da violência, embora, em muitas ocasiões, quando não abordado de forma adequada, pode chegar a deteriorar o clima de convivência pacífica e gerar uma violência multiforme na qual é difícil reconhecer a origem e a natureza do problema”.
Diante dos conflitos é necessário que a escola, através dos educadores, desenvolva ações preventivas e curativas no intuito de tornar as relações e o ambiente escolar harmonioso, por meio da prática do diálogo e da mediação dos conflitos. O Educador deve buscar soluções, junto a escola, junto aos alunos e também, quando achar conveniente, até mesmo juntos aos pais. Sempre levando, em consideração que, todos juntos, a solução do problema torna-se mais fácil.
Mais o que se espera?
Bem, espera-se que o processo de mediação de conflitos possa viabilizar o diálogo construtivo e a negociação de tomada de decisões, visando relações interpessoais confortáveis na convivência escolar.
Espera-se, também que a proximidade aos alunos, em todos os momentos, por parte de todos os envolvidos na educação seja permanente, pois também pode coibir tais atitudes conflitantes no ambiente escolar.
Por fim, sabemos que não existe uma fórmula pronta, estabelecendo os limites e as potencialidades do educador diante de tais fatos, contudo, o diálogo e, sobretudo a observação, são fatores preponderantes para, no mínimo diminuir os conflitos nas escolas.

Francisco Railon Rocha Carvalho
Sociologia da Educação
Turma 12 (noite)

Anônimo disse...

Acredito que a reportagem retrata um cotidiano existente em qualquer metrópole do mundo. A violência é algo generalizado, pois as visões ocidentais de competição, de individualismo, estão também se generalizando. A intolerância é percebida no nosso dia a dia e proliferada através de filmes, revistas, jornais, comerciais e boa parte do que absorvemos faz com que pensemos que somente nós mesmos somos importantes. E isso não é pontual e específico do Brasil. Com esse modelo social hierarquizante, o estabelecido volta para a sociedade. A atitude desse grupo de meninos nada mais é do que o espelho da contemporaneidade.

Pedro Pestana de Oliveira - Turma 4

Anônimo disse...

QUAIS SÃO OS LIMITES E AS POTENCIALIDADES DO EDUCADOR DIANTE DOS CONFLITOS SURGIDOS NO AMBIENTE ESCOLAR?
Cabe ao educador no ambiente escolar fiscalizar as atividades do corpo dicente dentro e fora de sala de aula.Vendo algo de errado poderá intervir e por meio do dialogo e da razão mostar e fazer o aluno relfetir sobre seu ato. Muitas vezes esses alunos nao possuem quem os ouça e alguem que converse com eles e só a questao de ser ouvido já faz com que mudem de atitude.
Caso o professor nao consiga resolver o assunto, deve então levar o fato a direçao do colégio para que ela possa tomar alguma medida de auxílo na formação do cáráter e do pensamente do aluno.
joseluiz da silva perna
turma12(sextan3/n4)

Jorge Freitas disse...

Jorge Freitas - Turma 9
O educador se vê cada vez mais impotente para lidar com situações como essa. Leis como as contidas no Estatuto da Criança e do Adolescente, além de Projetos Políticos Pedagógicos que não levam em conta a autoridade do professor na sala de aula, torna cada vez mais difícil para o professor encontrar meios de lidar com casos como esses.
É importante o resgate de alguns valores deixados de lado por parte dos PPP, valores como ética e respeito ao próximo. Importante também é que se veja de que forma pode-se, ou deve-se, punir alunos que não respeite o ambiente escolar.
É fundamental, parar de ver o aluno como um bichinho de estimação que precisa ser amestrado. O aluno vai à escola para aprender, para se educar, e ponto. A escola não é a segunda casa do aluno. Talvez a casa da vovozinha seja. Mas a escola é lugar para se educar, e não deve ter espaço para outras coisas/brincadeiras que não estejam relacionados à educação.
É preciso rever o lugar do professor na educação e formação do caráter do indivíduo, para que o mesmo possa contribuir para o desenvolvimento do aluno enquanto cidadão.

Mila disse...

Camila Ingrid da Paz
Turma 3 - Noite
Sociologia da Educação - 2º período

Como percebi, todos ficaram indignados, com essa repotagem, inclisive eu!!!
parei para ler o que todos responderam, e parecia que todos tinham a mesma opinião, uma até falou que dá vontade de chorar, e como dá!!!, li a reportagem e fiquei arrepeada.
Esse menino recebeu 2 controles sociais, o primeiro dos meninos da escola e o outro dos pais!(se não fosse, ele teria contado em casa, o ocorrido, mas o medo, fez com que escondesse)
Só tenho a repetir o que todos disseram: Onde estavam os professores e os reponsáveis da escola?

Anônimo disse...

Aline Maria Alvarez de Moura
Turma 9 - Sociologia da Educação

Penso que os limites do educador estão na capacidade dele de controlar determinadas situações com diálogo reservado num determinado espaço de tempo na sala de aula, e a potencialidade do mesmo vem da capacidade dele de convencimento e credibilidade diante dos seus alunos. No texto não fala se a professora estava em sala de aula ou não, mas vou supor que ela estivesse. Acho que nesse caso, o limite da professora(o) seria a chamada de seguranças da própria escola, caso não conseguisse com diálogo separar a “Briga”.

xenia bernardes cabral silva/eletiva sociologia/t.04 disse...

Penso que o limite do educador seja imposto pelo próprio.Creio que se o educador responsável pelos alunos envolvidos os tivesse repreendido na primeira vez em que tentassem fazer o tão violento ritual a situação não teria chegado ao ponto em que chegou.A escola deveria rever seu quadro de seguranças ou de inspetores.Levando-se em consideração a localização da escola e o convívio familiar desses alunos, creio que ela deve-se proporcionar maior segurança a seus funcionários e alunos.Também penso que os infratores deveriam ser punidos severamente a fim de que servissem de exemplo para os demais.

Raquel disse...

A crueldade que ocorre dentro da escola foi trasnportada do meio social em que vivemos. Infelizmente acredito que foi uma fatalidade, pois as escolas possuem normas, inspetores e professores que são desrespeitadas pelos alunos.
O que o professor pode fazer como profissional da educação é perceber a realidade que vive seus alunos e interagir com eles para viverem harmonicamente. É uma briga muito feia, pois vai encontrar diversas dificuldades nesse caminho, como a falta de apoio de familiares que por dever poderiam contribuir com a educação do filho.
Não estou defendendo a imparcialidade dos atores da escola que deveriam impedir a violência, mas sim me questionar como eu conseguirei amenizar isto. Pois não sei como de fato ocorreu, mas por experiencia de estagiaria presenciei um aluno que pegou um desodorante spray e um isqueiro e ateou fogo em direção ao quadro quando o professor virou as costas em questão de minutos.
Nenhum acidente ocorreu, mas poderia ter ocorrido como o desodorante explodir a mão do menino e o professor contratado poderia sofrer penalidades pela irresponsabilidade de aluno que é de menor. O professor teria culpa de acontecer um acidente?
É o que a família diria, mas e a família que não educa esse menino não teria culpa também?
Isso vai além da escola, deve se ter um Estado que possa oferecer um suporte melhor em todas as áreas para amenizar a violência.

Raquel Pinheiro de Souza - socioloia da educação turma 12

venerotti disse...

Ivo Venerotti - Turma 9

A negligência também pode ser entendida como um tipo de violência. O que os professores deixaram de fazer é impressionante. Se essa agressão ocorreu durante o recreio, pode-se aceitar que ninguém responsável tenha visto o corrido. A reportagem não cita se a escola já havia sido informada sobre o casa e se já procurou coibir tal ato. Certamente é apenas um pequeno grupo que exerce a prática desse "ritual". Realmente, a agressão a quem tivesse cortado o cabelo é uma das formas desse grupo de exercer seu controle social, de se impôr. O professor tem limites quanto a seu controle, e a reportagem é bastante incompleta. Não posso falar mais sobre o caso especificamente, mas acho que o professor não deve se omitir e não tratar esse tipo de ato como algo menor, e o profissional, junto a escola, devem tomar medidas sérias, utlizando, inclusive, o aparato legal para tal, no qual os pais certamente não poderiam se omitir.